Posts Tagged ‘Vander Colombo

08
dez
08

preguiça mata?

Cowboy Duel Commercial - Aniboom Awards 2008

Não é preguiça. Às vezes somos tomados por uma constante vontade de não mais fazer o que deveria ser feito. Coisa de maluco, cheio de manias. Há alguns dias que não dou o ar da graça por aqui. Como costumava fazer antes, todas as segundas-feiras colocava uma sinopse do ALT do dia anterior. Volto às origens. Quem comprou a Gazeta do Paraná ontem prestigiou uma das chamadas mais lindas na capa do jornal. Nosso ilustrador e diagramador Jeferson, aliado a caligrafia da Julliane, montaram a chamada mais ALT dos últimos tempos. Em parceria com esta chamada a página 3 foi toda montada nos moldes de um fanzine. Os textos são da Julliane e os desenhos de Neusa Brita. Nas centrais, dois textos, um do jornalista Jacidio Junior e outro do publicitário e cineasta Vander Colombo, sobre a peça A Benzedura do Concreto do grupo Tucca. Na página 8 uma entrevista feita por nosso caro editor, Anderson, com o cineasta Philippe Barcinski. Na página 7 um artigo de minha autoria sobre o filme Fale com ela. Além destes textos citados vocês também vão encontrar os tradicionais textos do Emblogado, Mundo Sebo e Disco Compacto, nas páginas 2 e 6 respectivamente. Para os que não compraram a Gazeta ontem, na quarta-feira disponibilizamos a versão eletrônica do ALT.

Mudando de assunto, hoje, 8 de dezembro, é o aniversário de morte de Florbela Espanca, sonetista portuguesa, do cantor inglês John Lenon e do cantor e compositor brasileiro Tom Jobim. A primeira suicidou-se em 1930, o segundo foi assassinado em 1980 e o último decorrente de uma parada cardíaca enquanto convalescia de uma cirurgia.

O blogue do Núcleo Gazeta ALT de Cinema também já está atualizado, já que está aqui, passa ali. O imagem-link acima é do vídeo produzido pelo Jeferson que está concorrendo em um concurso. Ajudem ele a ganhar esse prêmio. Basta clicar na imagem acima e assistir todo o vídeo. Boa semana a todos. Oniodi.

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23
nov
08

Núcleo Gazeta ALT de Cinema

logo-nac-fundo-preto1

Cinema na terra da soja: o eterno caso de amor e ópio
Núcleo incentivará a produção e a discussão de cinema local

Por Anderson Antikievicz Costa

Cineasta por obrigação é difícil de encontrar. Quem faz cinema é porque é apaixonado por essa arte (muito apaixonado). O Gazeta ALT, caderno de jornalismo narrativo e cultural da Gazeta do Paraná também é. Por isso, desenvolveu o projeto sem fins lucrativos Núcleo Gazeta ALT de Cinema, que tem por objetivo incentivar e promover o estudo e a produção cinematográfica na cidade de Cascavel e região.

A primeira ação do Núcleo, que conta com a participação da Semuc (Secretaria Municipal de Cultura de Cascavel), do Sesc (Serviço Social do Comércio), e da Baiacu (Bando Independente Associação Cultural), é a documentação do cinema de Cascavel, com o registro notícias, textos, imagens, vídeos e dos próprios filmes locais.

Todo esse material começa a ser disponibilizado gratuitamente ao público hoje, em um blogue vinculado ao site do caderno ALT (www.gazetaalt.com). Conforme o volume de material for crescendo, o suporte mudará e culminará na publicação de um livro.

O ponto de partida dessa documentação é a digitação de um significativo volume de notícias já localizadas, que dizem respeito à produção e lançamento de filmes em Cascavel desde o início da década de 1990. Além disso, será feita uma profunda pesquisa no banco de dados da Gazeta do Paraná – e de outros jornais locais que permitirem a procura -.

O Secretário de Cultura de Cascavel, Alsir Pelissaro, foi receptivo à iniciativa: “Acredito que esta ação desenvolvida pelo Gazeta ALT tem muito a contribuir para o desenvolvimento cultural da sociedade, fazendo com que seja restabelecido o valor do cinema nacional, dando assim um destaque para os artistas e para o município de Cascavel”.

O cineasta e diretor de publicidade Vander Colombo também acredita na idéia: “Tal ferramenta será de extrema valia não só para recuperar o espírito que Cascavel já teve nas produções daqui, como para se vir a pensar novamente num pólo cinematográfico, cogitando nossas armas para o futuro sem cometer os mesmo erros do passado. Seja a quem já pertence a esta história ou ainda o fará, consolidar-se-ia a aspiração, tornando permanente o nome da cidade na área cinematográfica nas letras, para que seja possível mais tarde fazer o mesmo com câmeras em punho”.

Além de material textual e imagens, os próprios filmes feitos no município serão catalogados e disponibilizados ao público. O fotógrafo cascavelense César Pillati já se prontificou a colaborar com o projeto. “Possuo um número muito grande de fotografias do nosso cinema. Esse arquivo está à completa disposição do Núcleo”.

O blogue será atualizado sempre às segundas-feiras, entretanto, posts aleatórios devem preencher a semana, seja com notícias factuais sobre a produção local, seja com indicações de cinema para o público em geral.

A tríade cinematográfica: assistir/discutir/produzir

A partir do dia 24 de fevereiro, data em que o Gazeta ALT completa um ano de circulação, as atividades do Núcleo se expandem, com a formação de um grupo de discussão, estudo e produção. O projeto prevê que, a partir de palestras e oficinas, os membros aprendam lições básicas de fotografia, edição, roteiro, produção, atuação, direção e passem a produzir.

Produzir dentro da estrutura disponível e então desenvolver ações de conscientização da classe empresarial sobre a existência das leis de incentivo e sobre a importância de se investir em cultura, rompendo a maior barreira da área, que é a captação de recursos.

Sempre no barco, mesmo que afunde

O Gazeta ALT, sempre que pode, apóia produções culturais. Na área de cinema, apoiou a realização de três curtas-metragens: Sobrevivência, de Jeferson Richetti, Anderson A. Costa e Bruna Paese (com colaboração de Julliane Brita); Baunilha 8451, de Jeferson Richetti, Douglas Menegazzi e Andressa Morais; e Lili Marlene, do cineasta e diretor de publicidade Vander Colombo. Apoiou ainda a produção do documentário Ilha D’Oeste, de Jeferson Richetti, Douglas Menegazzi, Andressa Moraes, Lucas Nonose e Renan Menezes. Documentário este que é o primeiro trabalho audiovisual a discutir, de fato, as dificuldades da nossa produção.

FIM

08
nov
08

esgotados

Já são quase 19h e a edição deste domingo do ALT ainda não está pronta. Para contentamento geral de todos vamos conseguir mandar para a gráfica ainda antes da meia-noite, nosso prazo mortal. Como já comentei anteriormente amanhã nas páginas da cultura duas matérias sobre dois eventos musicais distintos de alto gabarito que ocorrem na próxima semana na cidade: Viva o Som e Cascavel Jazz Festival. Na última página do caderno o término das aventuras de Gulliver, digo, Ander e Jeff por São Paulo durante a 32ª Mostra Internacional de Cinema. A crítica literária é de minha autoria sobre o livro Os tambores de São Luís de Josué Mntello. Julliane Brita assina o Emblogado e Mundo Sebo, com indicações da internautas e leitores traças de sebo. Na página sete, em vez da habitual colaboração de Vander Colombo, um artigo acadêmico do Dr. José Luiz Ames sobre John Locke.

O vídeo acima é uma indicação minha. Nesta semana ocorre o Cascavel Jazz festival e o vídeo é a apresentação de um dos grupos que se apresentará aqui em Cascavel, Duofel.

Aproveito, também, para mandar um superbeijo (parece programa da Xuxa) a Mayara que ontem me encontrou na rua e me falou do blogue, para a Juliana e para a Vânia que sempre comentam neste espaço. Ah! E outro especialmente para você que está lendo isso agora. Bom fim de semana a todos e boa leitura amanhã. Abraços, Oniodi.

06
nov
08

jornalismo de guerra em meio a do dia-a-dia

Boa-tarde ALTianos e ALTianas. Notícias do front.

Nesta tarde, poderíamos afirmar que uma de nossas integrantes, a Julliane, praticamente está numa trincheira. Nossa colega de redação participa de um treinamento para jornalistas feito pelo o exército. O treinamento vai desde técnicas de elaboração de textos em uma guerra até a destreza para sobreviver trabalhando em uma guerra. Na redação permanecemos apenas eu o Ander e o Jeff. Eu, praticamente sucumbindo nesta tarde chuvosa e aterradora de minha existência.
Para a próxima edição teremos na página 8 a continuação do diário de viagem a São Paulo do Ander e do Jeferson. Nas centrais uma matéria minha sobre o Cascavel Jazz Festival que acontecerá na próxima semana e outra do Ander sobre a música instrumental. A crítica ficou por minha conta e tratarei do livro Os tambores de São Luís de Josué Montello, autor já comentado neste espaço. O conto logo abaixo de minha crítica será de autoria de Tiago Aramayo. Na Película de Retalhos o filme de análise do Vander Colombo é o Três Estações.
Mas para não parecer que estou aqui escrevendo abobrinhas e tentando distorcer o tempo com palavras vãs vou indicar um site pare quem interessar. É o Projeto Impunidade – Crimes contra Jornalistas, mantido em três línguas: português, espanhol e inglês. O projeto foi criado em 1995 e tem como principal objetivo reduzir a impunidade que rodeia os crimes contra jornalistas. Um fator importante para o êxito do projeto é a ajuda econômica da Fundação John S. y James L. Knight, que já investiu um total US$ 7,7 milhões de 1992 até 2011 na campanha contra a impunidade e no programa de liberdade de imprensa. No site pode-se acompanhar a história que envolveu a morte de diversos jornalistas do continente e em que pé as investigações andam.
Em tempos que o mais importante país, economicamente falando, elegeu outro presidente em meio à ressaca da economia mundial, acrescentei um vídeo sobre a democracia e a principal demonstração dela: o sufrágio universal. Vale a pena refletir um pouco e repensar algumas afirmações errôneas sobre o voto. Atenciosamente, Oniodi.

18
out
08

porque hoje é sábado

O dia da criação

Vinicius de Moraes

“Macho e fêmea os criou”.
Gênese, 1, 27

I

Hoje é sábado, amanhã é domingo
A vida vem em ondas, como o mar
Os bondes andam em cima dos trilhos
E Nosso Senhor Jesus Cristo morreu na cruz para nos salvar.

Hoje é sábado, amanhã é domingo
Não há nada como o tempo para passar
Foi muita bondade de Nosso Senhor Jesus Cristo
Mas por via das dúvidas livrai-nos meu Deus de todo mal.

Hoje é sábado, amanhã é domingo
Amanhã não gosta de ver ninguém bem
Hoje é que é o dia do presente
O dia é sábado.

Impossível fugir a essa dura realidade
Neste momento todos os bares estão repletos de homens vazios
Todos os namorados estão de mãos entrelaçadas
Todos os maridos estão funcionando regularmente
Todas as mulheres estão atentas
Porque hoje é sábado.

II

Neste momento há um casamento
Porque hoje é sábado
Hoje há um divórcio e um violamento
Porque hoje é sábado
Há um rico que se mata
Porque hoje é sábado
Há um incesto e uma regata
Porque hoje é sábado
Há um espetáculo de gala
Porque hoje é sábado
Há uma mulher que apanha e cala
Porque hoje é sábado
Há um renovar-se de esperanças
Porque hoje é sábado
Há uma profunda discordância
Porque hoje é sábado
Há um sedutor que tomba morto
Porque hoje é sábado
Há um grande espírito-de-porco
Porque hoje é sábado
Há uma mulher que vira homem
Porque hoje é sábado
Há criançinhas que não comem
Porque hoje é sábado
Há um piquenique de políticos
Porque hoje é sábado
Há um grande acréscimo de sífilis
Porque hoje é sábado
Há um ariano e uma mulata
Porque hoje é sábado
Há uma tensão inusitada
Porque hoje é sábado
Há adolescências seminuas
Porque hoje é sábado
Há um vampiro pelas ruas
Porque hoje é sábado
Há um grande aumento no consumo
Porque hoje é sábado
Há um noivo louco de ciúmes
Porque hoje é sábado
Há um garden-party na cadeia
Porque hoje é sábado
Há uma impassível lua cheia
Porque hoje é sábado
Há damas de todas as classes
Porque hoje é sábado
Umas difíceis, outras fáceis
Porque hoje é sábado
Há um beber e um dar sem conta
Porque hoje é sábado
Há uma infeliz que vai de tonta
Porque hoje é sábado
Há um padre passeando à paisana
Porque hoje é sábado
Há um frenesi de dar banana
Porque hoje é sábado
Há a sensação angustiante
Porque hoje é sábado
De uma mulher dentro de um homem
Porque hoje é sábado
Há uma comemoração fantástica
Porque hoje é sábado
Da primeira cirurgia plástica
Porque hoje é sábado
E dando os trâmites por findos
Porque hoje é sábado
Há a perspectiva do domingo
Porque hoje é sábado

III

Por todas essas razões deverias ter sido riscado do Livro das Origens,
ó Sexto Dia da Criação.
De fato, depois da Ouverture do Fiat e da divisão de luzes e trevas
E depois, da separação das águas, e depois, da fecundação da terra
E depois, da gênese dos peixes e das aves e dos animais da terra
Melhor fora que o Senhor das Esferas tivesse descansado.
Na verdade, o homem não era necessário
Nem tu, mulher, ser vegetal, dona do abismo, que queres como
as plantas, imovelmente e nunca saciada
Tu que carregas no meio de ti o vórtice supremo da paixão.
Mal procedeu o Senhor em não descansar durante os dois últimos dias
Trinta séculos lutou a humanidade pela semana inglesa
Descansasse o Senhor e simplesmente não existiríamos
Seríamos talvez pólos infinitamente pequenos de partículas cósmicas em queda invisível na terra.
Não viveríamos da degola dos animais e da asfixia dos peixes
Não seríamos paridos em dor nem suaríamos o pão nosso de cada dia
Não sofreríamos males de amor nem desejaríamos a mulher do próximo
Não teríamos escola, serviço militar, casamento civil, imposto sobre a renda e missa de sétimo dia.
Seria a indizível beleza e harmonia do plano verde das terras e das águas em núpcias
A paz e o poder maior das plantas e dos astros em colóquio
A pureza maior do instinto dos peixes, das aves e dos animais em cópula.
Ao revés, precisamos ser lógicos, freqüentemente dogmáticos
Precisamos encarar o problema das colocações morais e estéticas
Ser sociais, cultivar hábitos, rir sem vontade e até praticar amor sem vontade
Tudo isso porque o Senhor cismou em não descansar no Sexto Dia e sim no Sétimo
E para não ficar com as vastas mãos abanando
Resolveu fazer o homem à sua imagem e semelhança
Possivelmente, isto é, muito provavelmente
Porque era sábado.

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Porque não o colocamos no devido dia, o roll de conteúdos da próxima edição – amanhã – vai hoje: uma matéria sobre Assunção/PY, feita pelo olhar da acadêmica de jornalismo Mariana Lioto; a crítica de Oniodi Gregolin sobre o livro da chilena Isabel Allende A casa dos espíritos; os dizeres literários de Dario Tavares; a fala do cineasta Vander Colombo sobre o filme Gritos e Sussurros, de Ingmar Bergman; uma entrevista com trilha sonora: Macfeck; a crítica especializadíssima do último CD do Apocalyptica; além dos clássicos Mundo Sebo, Emblogado, Seleção ALT de Cinema e outras cocitas mais.

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Agora acabou, porque hoje é sábado.

25
set
08

e não era gripe

Eu jurava que não era gripe, tinha certeza. Dores extremas: gritava. Mas de nada adiantava, pois ninguém me ouvia. Moro sozinho, já faz quatro anos. Não suportei e em tal desespero pedir ajuda foi o remédio. Santa ajuda, se não fosse tinha morrido. Certeza. Quem já teve uma dor de cabeça, multiplique por dez: a minha foi extrema.

De volta a atividade o que resta? Muito trabalho. Afastar-se da vida por um dia gera tanto transtorno que nem eu entendo. Que vida é essa? A minha. Isso não é depressivo, pelo contrário, é otimista. Sobrevivi. Mas vamos aos fatos: nosso blogue está com algumas melhoras. Na semana passada o Anderson acrescentou nas edições anteriores disponíveis para download informações das matérias contidas em casa uma, por exemplo: o título e o autor.

Nesta semana a matéria principal trará a história de dois pracinhas sobreviventes da Segunda Grande Guerra. Ambos residem em Cascavel e nos receberam para contar um pouco desta história. A crítica literária desta vez sim abordará a prosa hilstiana e está a cargo da Julliane. A Película de Retalhos desta semana novamente conta com a colaboração do cineasta Vander Colombo. Na página ele tratará do filme Velvet Goldmine de 1998, dirigido por Todd Haynes. Na academia de idéias duas colaborações, uma do Dr. José Luiz Ames, professor da Unioeste de Toledo, sobre São Tomás de Aquino, a outra é do acadêmico de jornalismo da USP, Vandson Lima, sobre a saída digital para a literatura.  Novidades acompanhem nosso blogue. Saudações. Oniodi

10
set
08

recados paroquiais

Saudações, meus caros. Notícias do fronte.

Quarta-feira. Primeiro post.

Post rápido para recados paroquiais. A edição 29 do ALT já está disponível para download em formato PDF. E no post anterior tem a tirinha dessa edição. Não deixe de conferir.

Os screens aí em cima são do curta-metragem Lili Marlene, dirigido pelo cineasta cascavelense Vander Colombo. O curta, que tem apoio dos cadernos Gazeta ALT e Outra Pauta da Gazeta do Paraná, foi lançado no domingo, na segunda noite do evento cultural FUGU2, promovido pela Baiacu (Bando Independente Associação Cultural).

Neste mesmo evento, realizado no Centro Cultural Gilberto Mayer, também foram exibidos os curtas Sobrevivência (de Jeferson Richetti, Anderson Antikievicz Costa e Bruna Paese) e Baunilha (Jeferson Richetti, Douglas Menegazzi e Andressa Moraes), além do documentário Ilha D’Oeste (Jeferson Richetti, Douglas Menegazzi, Andressa Moraes, Renan Menezes e Lucas Nonose), que também contam com o apoio dos cadernos.

Depois desse post assessoresco, fica o abraço e um até o próximo post. XD

Obs.: Sem esquecer daquele agradecimento especial aos que comentam aqui no blog. E logo colocaremos mais informações sobre o Núcleo de Cinema. Os interessados no projeto devem entrar em contato pelo e-mail: alt@gazetadoparana.com.br

Até.

ALT.




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