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14
maio
09

convite | teatro |Memórias Póstumas

Saudações, ALTianos e ALTianas. Notícias do fronte.

Sidnei de Oliveira fez um comentário-convite no nosso expediente. Re-postamos a mensagem aqui na página principal para que todos  fiquem por dentro do evento que vem por aí. Vale a pena prestigiar.

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Olá Galera ALT,
Parabéns pelo trabalho realizado, o qual tenho acompanhado, e de antemão parabenizo o caderno de domingo que estava sensacional. Aproveitando o ensejo peço encarecidamente a disposição para que eu possa divulgar a peça “
Memórias Póstumas”, confeccionada pela Cia. de teatro Hierofânico da UNIPAR.

A peça foi montada no ano passado, visando a comemoração do centenário de morte do Machado de Assis, sendo que a mesma foi apresentada em diversos lugares, e premiada no Festival de Teatro de Cascavel.

A peça “Memórias Póstumas”, foi adaptada da obra de Machado de Assis, em que foi publicado em 1881, no qual inaugura o realismo nas letras brasileiras. A partir desse enredo o protagonista Brás Cubas revela-se um arguto observador e analista psicológico dos personagens da sociedade brasileira do século XVIII.

O ritmo da peça é composto por narrações digressivas apresentado de maneira irreverente e irônica por um “defunto autor” (e não um “autor defunto”, como podem pensar). Brás Cubas, por estar morto, se exime de qualquer compromisso com a sociedade, estando livre para criticá-la e revelar as hipocrisias e vaidades das pessoas com quem conviveu.

Essa condição de autor defunto permite ao protagonista suspender a narrativa ou o tempo, dialogar com o espectador no momento e que sugere estar escrevendo algum capítulo e até mesmo propor ao espectador a supressão de algum capítulo. O tempo para o Brás Cubas é suspenso, o que o leva a visitar o seu passado, conhecedor dos segredos após a morte, sem revelar ao espectador tais mistérios, vai se mostrando um narrador irônico acerca das paixões humanas.

A peça será encenada no anfiteatro da UNIPAR – Universidade Paranaense

Data: 21/05/2009 Horário: 20hrs

Ingresso: R$ 3,00será emitido certificados de horas culturais.

Ficha técnica:
Cia. de teatro Hierofânico da UNIPAR

Elenco:
Brás Cubas, Rubião –
Sidnei de Oliveira
Quincas Borba – Igor Zonta
Sonoplastia – Fábio Lino
Adaptação – Sidnei de Oliveira e Leodefane Bispo
Figurino – Sidnei de Oliveira
Direção Geral – Sidnei de Oliveira

contato – (45) 8405-3558

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17
nov
08

bachianas brasileiras no alt

Hoje  quase se tornou um feriado absoluto para a redação do ALT. Estamos recuperados do fim de semana divertido e cansativo, voltamos prontos para mais uma semana de trabalho. Na edição de ontem, como já anunciamos cansativamente, vocês encontrarão na matéria principal uma elucidação sobre o acordo ortográfico. Para aqueles que ainda mantém dúvidas sobre o assunto a reportagem assinada produzida pela Julliane traz esclarecimentos concretos e práticos sobre o tema. No disco compacto a banda Supreme Beings of Leisure foi o mote da discussão que eu o Anderson levantamos. Na página oito Mariana Lioto escreveu uma matéria sobre restauração de livros. Na página de literatura, a três, uma crítica literária minha sobre o livro Cães da Província do escritor gaúcho Assis Brasil e o conto Sete palmos, algumas pás de terra e nada mais te assola da formanda em jornalismo da Unipar, Bruna Hissae. Na segunda página o Mundo Sebo assinado pelo Anderson e o Emblogado pela Julliane. Por fim, na página sete, o escritor Alceu Sperança contribuiu com um texto sobre cinema em Cascavel. Para quem ainda (diga-se de passagem) não leu ontem poderá conferir tudo isso na quarta-feira quando disponibilizaremos aqui no blogue.

PS: Na seção de edições anteriores os arquivos das edições 37 e 38 estavam apresentando problemas, já está resolvido e podem ser baixadas sem mais delongas.

Hoje, 17 de novembro, faz 49 anos que Heitor Villa-lobos, compositor e músico brasileiro, faleceu. Villa-lobos é o grande nome da música clássica brasileira e para não passar em branco esta data, o blogue do ALT oferece um vídeo (acima) sobre as Bachianas Brasileiras.

O ciclo de obras mais conhecido de Villa-Lobos é este, escritas entre 1930 e 1945, no qual o compositor intencionou construir uma versão nacional dos Concertos de Brandemburgo, usando ritmos ou formas musicais de várias regiões do Brasil.

Todos os movimentos das Bachianas, inclusive, receberam dois títulos: um bachiano, outro brasileiro. São trechos famosos de Bachianas a Tocata (O Trenzinho do Caipira), quarto movimento das Bachianas n.º 2; a Ária (Cantilena), que abre as de n.º 5; o Coral (O Canto do Sertão) e a Dança (Miudinho), ambos nas Bachianas n.º 4. No vídeo, a execução é de Carlos Venturelli no bandolin.

16
out
08

cinemalt

Saudações ALTianos e ALTianas. CONVITE.

Hoje pedi licença ao Oniodi, o atualizador oficial do nosso blog, para deixar um convite.

No dia 21/10 (terça-feira), das 21h30 às 22h40, vou falar sobre cinema na Semana Acadêmica de Jornalismo e Turismo da Unipar (Universidade Paranaense). Sim, nem lá nem cá.

Palestra: Como assistir filmes: a leitura de signos e a crítica cinematográfica

Palestrante: Anderson Antikievicz Costa

A obra fílmica, não espetacular, mas discursiva, é dotada de linguagem específica, delineada na heterogenia dos meios artísticos que a compõe. Assim, o filme objetiva a produção autônoma de sentidos, essência da atividade artística, cuja interpretação está na tangência dos elementos significativos, tais quais a montagem, a fotografia, os enquadramentos, as seqüências, os diálogos, a cenografia. A reelaboração poética do mundo, matriz do cinema, transforma esta arte num gênero voltado mais para a expressão do que para a comunicação.

O curta-metragem aí em cima é A Janela Aberta, de Philippe Barcinski, um dos diretores que serão discutidos. Espero que gostem.

Mais informações na coordenação de Jornalismo da Unipar – (45) 3321-1300 –, com a professora Letícia Rosa.

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Mudando completamente de assunto, uma novidade. O Gazeta ALT agora é parceiro exibidor do Porta Curtas Petrobrás. Então, a partir dos próximos dias, teremos curtas exclusivos, lançamentos e outros selecionados a dedo. Fiquem ligados.

E isso. Abraços.

Anderson.

02
out
08

live in Cascavel: macfeck

Saudações, meus caros. Aviso paroquial.

Hoje (dia 2 de outubro), às 19h45, tem show do banda Macfeck, no Anfiteatro da Unipar (Universidade Paranaense). O ingresso custa R$ 10. Informações pelo telefone: (45) 9912-6004 ou (45) 8407-1737. IMPERDÍVEL!

Para quem não conhece, fica a matéria sobre o show publicada hoje no caderno Biss, da Gazeta do Paraná; e o primeiro videoclipe da banda da música Carretera Paranoia.

Nos vemos lá.

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MÚSICA FOLCLÓRICA

MACFECK SE APRESENTA HOJE A NOITE NA UNIPAR

Depois de duas temporadas no Brasil, o sucesso da música folclórica européia do grupo Macfeck se repete na noite de hoje (2), no Anfiteatro da Unipar, a partir das 19h45. As entradas para o evento custam R$ 10.

O grupo apresentará o novo álbum recém lançado “The Last Black Sheep”. O disco é composto por 11 músicas, e as principais características são a utilização de mais de 20 instrumentos musicais diferentes, com sonoridades influenciadas pela cultura de 8 países diferentes, e cantado em 4 idiomas distintos.

Após a apresentação a banda, composta por Harry Price, Isaac Millan, Marnie Kapwtstinsky e Jorge Juncal, os integrantes estarão atendendo ao público, respondendo perguntas e tirando fotos. Para os acadêmicos participantes, será entregue o certificado de 5 horas extracurriculares.

Além dos temas do disco, o grupo optou por homenagear a região da Galícia em suas apresentações, focando grande parte do tempo, a temas tradicionais gallegos, com muita utilização da Gaita de Fole e de muitos temas festivos.

Genaro Luiz, presidente do Centro Acadêmico de História da Unipar, revela como surgiu a idéia de trazer o grupo para Cascavel: “Percebemos que Cascavel estava carente dessa cultura universal que o grupo apresenta, e como tem espaço para todo mundo resolvemos trazê-los novamente para Cascavel. E é uma coisa diferente para a cultura cascavelense”, conta.

O grupo já esteve em Cascavel no ano passado, trazido pelo SESC. Segundo Genaro, a aceitação do público foi ótima: “Quando eles estiveram aqui no ano passado, foi um sucesso. A casa estava cheia e todos adoraram”.

Ontem, o grupo realizou uma pequena prévia de três musicas na entrada da Unipar.

Sobre a banda

A banda foi formada em 2000 na Europa, com o propósito de tocar musica folclórica originária dos países europeus. O estilo musical da banda traz dentro de si, citações a diversas culturas do velho continente, onde em um mesmo tema, é possível escutar referências de diversos países, como Irlanda, Espanha, Escócia, Portugal, etc.

O grupo já realizou mais de 300 shows pela Europa, divulgando seus três álbuns: “Cats & Dogs”, “Save The Dragon” e “Follow That Car” lançados em 2001, 2003 e 2006 respectivamente.

O Brasil também já presenciou shows do grupo, em duas temporadas em nosso país, nos anos de 2006 e 2007. As seguidas temporadas do grupo pelo Brasil, ficaram marcadas pela excelente aceitação por parte de todos.

Fixando seu nome e imagem no cenário cultural da América do Sul, o Macfeck retorna ao Brasil para sua terceira temporada em nosso continente, desta vez também realizando algumas apresentações no Uruguai, onde serão a atração principal de um importante e tradicional festival.

Música folclórica

As canções tradicionais de um povo tratam de quase todos os tipos de atividades humanas. Episódios épicos ou amorosos, cantados em forma de balada, constituem a maior parte do repertório, enriquecido com canções de trabalho, canções que acompanham jogos e celebrações e as que se relacionam com o ciclo agrícola anual, freqüentemente associadas à dança. O padrão mais comum é o das estrofes de poucos versos com rima livre, que se repetem estruturalmente ao longo da canção. Assim, muitas destas canções expressam crenças religiosas, políticas ou descrevem a história de um povo.

As “canções de dança” são um dos tipos mais antigos de música popular. Cantadas como acompanhamento para danças, o nome de seus compositores perdeu-se no tempo. Muitas são ainda associadas ao lugar de origem, como a gavota francesa, a mazurca e a polca, da Polônia, o fado e o vira de Portugal, e a tarantela, da Itália.

No Brasil, elas são geralmente de origem européia e reduzem-se praticamente às cantigas de roda. Algumas são de criação nacional com influência das modinhas (como “Nesta Rua tem um Bosque”; outras têm influência africana (como “Sambalelê”).

As obras folclóricas utilizam mais freqüentemente instrumentos como flauta, alaúde, violão e instrumentos de percussão. Por influência da música orquestral, a partir do século XIX, foram adotados também violinos, clarinetes, harpas, harmônios e outros. O ritmo e a métrica da música folclórica estabelecem uma relação estreita com o verso empregado: a melodia se ajusta à letra ou, pelo contrário, as palavras parecem escolhidas mais pela sonoridade que pelo sentido.

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