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20
abr
09

ALTs Ideias – Conversas ALTianas – Jornalismo, um objeto não identificado

ALTs Ideias - Conversas ALTianas - Jornalismo, um objeto não identificado

Clique aqui para ler as tirinhas anteriores.

31
mar
09

No Dia da mentira: a imprensa na Justiça

por Nelson Varón Cadena

A Justiça escreve certo por linhas tortas. Nenhuma outra data teria sido mais apropriada para o julgamento da Lei de Imprensa e do Decreto que garante a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista, do que quarta-feira próxima, 1º de abril, que vêm a ser o Dia da Mentira. Sem dúvida uma grande coincidência que a pauta do STF tenha contemplado a referida data, e se acreditarmos que isso não foi proposital e não deve ter sido, assimilemos-lhe a simbologia, quarta-feira a justiça decidir a validade de uma legislação de mentirinha; a primeira revogada na prática pela Constituição de 1988, a segunda marcada pela pecha de não ter sido sancionada pelo Congresso, ou pelo Presidente da República.

(…)

O desfecho da história

Qualquer que seja o desfecho em torno das duas questões postas pelo PDT e Ministério Público, respectivamente, através de interpelação ao STF, quarta feira próxima, fica para nós a lição da história. Construímos em torno da ilegalidade argumentos em defesa do diploma, empurramos com a barriga a questão, perdemos quarenta anos, ou vinte e quatro a contar da democratização do país, em lobbys e firulas.

Poderíamos ter feito um Projeto de Lei em torno da questão e legitimá-lo no Congresso com a posterior sanção do Presidente da República, mas preferimos regar a árvore, nascida da semente plantada num canteiro de exceção do arbítrio. Hoje olhamos dentro para constatar o obvio: o cupim deu conta dela.

Complementando o assunto, acima um vídeo do programa Rede Mídia sobre a obrigatoriedade do diploma. O objetivo do programa Rede Mídia é ser um fórum de debates sobre todas as nuances e formatos da comunicação. O programa é semanal, com duração de 30 minutos, ancorado pelo jornalista José Eduardo Gonçalves, e com a participação de convidados a cada edição. Boa semana, Oniodi.

30
mar
09

Avisos gerais

Pessoal do teatro e do cinema

A Secretaria da Cultura de Cascavel convida os artistas da área de Teatro para participar de uma reunião amanhã (31), às 17 horas, na qual serão debatidos temas e colhidas sugestões referentes ao Festival de Teatro do Município, que será realizado em outubro. Na quarta (1º), às 17 horas, é a vez dos envolvidos com produções cinematográficas apresentarem suas ideias para o Festival de Cinema, que será realizado em setembro. As reuniões serão no Centro Cultural Gilberto Mayer (Rua Duque de Caxias, 379). Todos podem participar.

Para acadêmicos de jornalismo e jornalistas

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná convoca todos os estudantes e professores da área para um ato público, amanhã (31), em defesa da formação superior específica para o exercício da profissão. Em Cascavel, será realizada panfletagem, promovida pela Diretoria Regional do Sindijor, às 11h, em frente à Catedral, na Avenida Brasil.  O Recurso Extraordinário, que questiona a constitucionalidade da exigência do diploma em Jornalismo, entrará na pauta do Supremo Tribunal Federal (STF) no dia 1º de abril. A apreciação deve se dar no mesmo período do julgamento da ação direta de inconstitucionalidade contra a Lei de Imprensa.

18
nov
08

gravando? ok!

Neste fim de semana nós da redação do ALT nos reunimos com amigos na casa do nosso ilustríssimo Anderson para congraçar nossas relações fraternais e tudo mais. Parece um tanto meigo esse assunto, mas não. Nossas atividades com outros grandes amigos são estritamente de cunho intelectual, cultural e diversionista. Mas toquei neste assunto porque naquela noite assistimos um filme recém-lançado no mercado. Não nos perguntem como conseguimos, acho que apareceu no jardim da casa do Ander, mas isso não vem ao caso. O filme é o thriller espanhol “REC”. Pasmem! Discussões à parte sobre a qualidade, o filme assusta. Acima postei o trailer da película que vale a penas ser assistida em qualquer cinema que esteja sendo rodado. Abaixo trecho de uma crítica retirada do blogue ALTO FALANTE.

“(…) É bem possível que varias pessoas digam que entregar a sinopse de “[REC]” seja uma forma de estragar a experiência do filme (detalhando, inclusive, que o próprio trailer não traz imagens do filme em si, mas apenas dos sustos da platéia durante uma exibição). Respeitando essa possibilidade, não vou falar da sinopse; sinceramente acreditando que afirmar se tratar de um filme de zumbi no estilo início do fim…, seja o suficiente. Entretanto, não tenho certeza se é bem por aí… obviamente é interessante acompanhar o desenvolvimento da história e ir descobrindo o que acontece junto com as personagens; mas é visível que o roteiro, a sinopse, não é nem de longe o mais importante em “[REC]”. Se nas produções do atual cinema comercial as imagens vêm se tornando cada vez mais um mero meio para o desenvolvimento do roteiro, em “[REC]” o roteiro não passa de suporte para o clima/experiência almejada pelos realizadores.

E é exatamente aí que aí que o filme se faz e ganha o espectador: no clima. Fazendo a usual comparação tosca, “[REC]” talvez seja algo muito parecido com um passeio em um Trem Fantasma realmente muito bom. Pouco importa a história, as reviravoltas ou mesmo o desenvolvimento dramático – o melhor em “[REC]” é a possibilidade de ser seqüestrado pelo filme e passar a (quase) vivenciar o caos que ele retrata/constrói. Muito além dos planos amplos e límpidos, o caos na técnica da imagem de “[REC]” serve como um meio para aproximar o espectador do espetáculo, derrubando com a segurança de poder olhar o écran de longe e com distração. Nos curtos 70min de duração, o espectador começa com o tédio inicial de acompanhar a criação de uma reportagem furada sobre o Corpo de Bombeiros e termina diante do registro “quase sem imagem” de pessoas sendo perseguidas e mortas por um terror sem explicação.

Nessa devoção pela construção do clima, “[REC]” faz uma opção interessante: ao contrário de “A Bruxa de Blair”, que se foca nas personagens e aposta no desenvolvimento delas, “[REC]” coloca essa característica em segundo plano e se foca quase exclusivamente na situação. Diferente de personagens construídas numa base dramática, as pessoas expostas na tela são basicamente simplificadas como vítimas da situação e nada mais. Se, assim, por um lado o filme abre mão de uma qualidade que poderia existir, por outro cria uma proteção contra o cinismo dos espectadores menos interessados – que por não se envolverem com as personagens terminam dando risada no cinema (vide o caso do citado “A Bruxa de Blair”).É bem possível que varias pessoas digam que entregar a sinopse de “[REC]” seja uma forma de estragar a experiência do filme (detalhando, inclusive, que o próprio trailer não traz imagens do filme em si, mas apenas dos sustos da platéia durante uma exibição). Respeitando essa possibilidade, não vou falar da sinopse; sinceramente acreditando que afirmar se tratar de um filme de zumbi no estilo início do fim…, seja o suficiente. Entretanto, não tenho certeza se é bem por aí… obviamente é interessante acompanhar o desenvolvimento da história e ir descobrindo o que acontece junto com as personagens; mas é visível que o roteiro, a sinopse, não é nem de longe o mais importante em “[REC]”. Se nas produções do atual cinema comercial as imagens vêm se tornando cada vez mais um mero meio para o desenvolvimento do roteiro, em “[REC]” o roteiro não passa de suporte para o clima/experiência almejada pelos realizadores.

E é exatamente aí que aí que o filme se faz e ganha o espectador: no clima. Fazendo a usual comparação tosca, “[REC]” talvez seja algo muito parecido com um passeio em um Trem Fantasma realmente muito bom. Pouco importa a história, as reviravoltas ou mesmo o desenvolvimento dramático – o melhor em “[REC]” é a possibilidade de ser seqüestrado pelo filme e passar a (quase) vivenciar o caos que ele retrata/constrói. Muito além dos planos amplos e límpidos, o caos na técnica da imagem de “[REC]” serve como um meio para aproximar o espectador do espetáculo, derrubando com a segurança de poder olhar o écran de longe e com distração. Nos curtos 70min de duração, o espectador começa com o tédio inicial de acompanhar a criação de uma reportagem furada sobre o Corpo de Bombeiros e termina diante do registro “quase sem imagem” de pessoas sendo perseguidas e mortas por um terror sem explicação.

Nessa devoção pela construção do clima, “[REC]” faz uma opção interessante: ao contrário de “A Bruxa de Blair”, que se foca nas personagens e aposta no desenvolvimento delas, “[REC]” coloca essa característica em segundo plano e se foca quase exclusivamente na situação. Diferente de personagens construídas numa base dramática, as pessoas expostas na tela são basicamente simplificadas como vítimas da situação e nada mais. Se, assim, por um lado o filme abre mão de uma qualidade que poderia existir, por outro cria uma proteção contra o cinismo dos espectadores menos interessados – que por não se envolverem com as personagens terminam dando risada no cinema (vide o caso do citado “A Bruxa de Blair”). (…)”

Vale a pena conferir. Sem mais, uma boa semana a todos. Oniodi.

29
jul
08

Outra Pauta

Informações no blogue do Outra Pauta.

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