Posts Tagged ‘cinema

30
mar
09

Avisos gerais

Pessoal do teatro e do cinema

A Secretaria da Cultura de Cascavel convida os artistas da área de Teatro para participar de uma reunião amanhã (31), às 17 horas, na qual serão debatidos temas e colhidas sugestões referentes ao Festival de Teatro do Município, que será realizado em outubro. Na quarta (1º), às 17 horas, é a vez dos envolvidos com produções cinematográficas apresentarem suas ideias para o Festival de Cinema, que será realizado em setembro. As reuniões serão no Centro Cultural Gilberto Mayer (Rua Duque de Caxias, 379). Todos podem participar.

Para acadêmicos de jornalismo e jornalistas

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná convoca todos os estudantes e professores da área para um ato público, amanhã (31), em defesa da formação superior específica para o exercício da profissão. Em Cascavel, será realizada panfletagem, promovida pela Diretoria Regional do Sindijor, às 11h, em frente à Catedral, na Avenida Brasil.  O Recurso Extraordinário, que questiona a constitucionalidade da exigência do diploma em Jornalismo, entrará na pauta do Supremo Tribunal Federal (STF) no dia 1º de abril. A apreciação deve se dar no mesmo período do julgamento da ação direta de inconstitucionalidade contra a Lei de Imprensa.

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11
dez
08

ALTs Idéias – Ep. 34 – ANDJGCAAAEDCCM

ALTs Idéias - Episódio 34 - ANDJGCAAAEDCCM

Clique aqui para ler as tirinhas anteriores.

02
dez
08

Explicações e Núcleo ALT de Cinema

Saudações, ALTianos e ALTianas. Notícias do fronte.

Post rápido para dar explicações. Devido às bancas de conclusão de cursos nas quais membros do ALT estavam (e estão) envolvidos de alguma forma, reuniões para discussão de férias, mudanças, atualizações, projetos e tudo mais, os passos ficaram mais apertados e não pudemos manter as atualizações diárias. do blogue. Tudo deve voltar ao normal dentro de poucos dias. Certo?

Mudando de assunto: o blogue do Núcleo Gazeta ALT de Cinema foi atualizado. Foi inserida a Ficha Técnica do curta-metragem Lili Marlene, de Vander Colombo, além de uma notícia publicada pela Gazeta do Povo em relação as filmagens do longa-metragem Conexão Brasil, de Luiz Carlos Lacerda e Antonio Marcos Ferreira.

Bom, é isso. Amanhã, com mais tempo, daremos mais notícias.

Abraços.

Anderson.

23
nov
08

Núcleo Gazeta ALT de Cinema

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Cinema na terra da soja: o eterno caso de amor e ópio
Núcleo incentivará a produção e a discussão de cinema local

Por Anderson Antikievicz Costa

Cineasta por obrigação é difícil de encontrar. Quem faz cinema é porque é apaixonado por essa arte (muito apaixonado). O Gazeta ALT, caderno de jornalismo narrativo e cultural da Gazeta do Paraná também é. Por isso, desenvolveu o projeto sem fins lucrativos Núcleo Gazeta ALT de Cinema, que tem por objetivo incentivar e promover o estudo e a produção cinematográfica na cidade de Cascavel e região.

A primeira ação do Núcleo, que conta com a participação da Semuc (Secretaria Municipal de Cultura de Cascavel), do Sesc (Serviço Social do Comércio), e da Baiacu (Bando Independente Associação Cultural), é a documentação do cinema de Cascavel, com o registro notícias, textos, imagens, vídeos e dos próprios filmes locais.

Todo esse material começa a ser disponibilizado gratuitamente ao público hoje, em um blogue vinculado ao site do caderno ALT (www.gazetaalt.com). Conforme o volume de material for crescendo, o suporte mudará e culminará na publicação de um livro.

O ponto de partida dessa documentação é a digitação de um significativo volume de notícias já localizadas, que dizem respeito à produção e lançamento de filmes em Cascavel desde o início da década de 1990. Além disso, será feita uma profunda pesquisa no banco de dados da Gazeta do Paraná – e de outros jornais locais que permitirem a procura -.

O Secretário de Cultura de Cascavel, Alsir Pelissaro, foi receptivo à iniciativa: “Acredito que esta ação desenvolvida pelo Gazeta ALT tem muito a contribuir para o desenvolvimento cultural da sociedade, fazendo com que seja restabelecido o valor do cinema nacional, dando assim um destaque para os artistas e para o município de Cascavel”.

O cineasta e diretor de publicidade Vander Colombo também acredita na idéia: “Tal ferramenta será de extrema valia não só para recuperar o espírito que Cascavel já teve nas produções daqui, como para se vir a pensar novamente num pólo cinematográfico, cogitando nossas armas para o futuro sem cometer os mesmo erros do passado. Seja a quem já pertence a esta história ou ainda o fará, consolidar-se-ia a aspiração, tornando permanente o nome da cidade na área cinematográfica nas letras, para que seja possível mais tarde fazer o mesmo com câmeras em punho”.

Além de material textual e imagens, os próprios filmes feitos no município serão catalogados e disponibilizados ao público. O fotógrafo cascavelense César Pillati já se prontificou a colaborar com o projeto. “Possuo um número muito grande de fotografias do nosso cinema. Esse arquivo está à completa disposição do Núcleo”.

O blogue será atualizado sempre às segundas-feiras, entretanto, posts aleatórios devem preencher a semana, seja com notícias factuais sobre a produção local, seja com indicações de cinema para o público em geral.

A tríade cinematográfica: assistir/discutir/produzir

A partir do dia 24 de fevereiro, data em que o Gazeta ALT completa um ano de circulação, as atividades do Núcleo se expandem, com a formação de um grupo de discussão, estudo e produção. O projeto prevê que, a partir de palestras e oficinas, os membros aprendam lições básicas de fotografia, edição, roteiro, produção, atuação, direção e passem a produzir.

Produzir dentro da estrutura disponível e então desenvolver ações de conscientização da classe empresarial sobre a existência das leis de incentivo e sobre a importância de se investir em cultura, rompendo a maior barreira da área, que é a captação de recursos.

Sempre no barco, mesmo que afunde

O Gazeta ALT, sempre que pode, apóia produções culturais. Na área de cinema, apoiou a realização de três curtas-metragens: Sobrevivência, de Jeferson Richetti, Anderson A. Costa e Bruna Paese (com colaboração de Julliane Brita); Baunilha 8451, de Jeferson Richetti, Douglas Menegazzi e Andressa Morais; e Lili Marlene, do cineasta e diretor de publicidade Vander Colombo. Apoiou ainda a produção do documentário Ilha D’Oeste, de Jeferson Richetti, Douglas Menegazzi, Andressa Moraes, Lucas Nonose e Renan Menezes. Documentário este que é o primeiro trabalho audiovisual a discutir, de fato, as dificuldades da nossa produção.

FIM

18
nov
08

gravando? ok!

Neste fim de semana nós da redação do ALT nos reunimos com amigos na casa do nosso ilustríssimo Anderson para congraçar nossas relações fraternais e tudo mais. Parece um tanto meigo esse assunto, mas não. Nossas atividades com outros grandes amigos são estritamente de cunho intelectual, cultural e diversionista. Mas toquei neste assunto porque naquela noite assistimos um filme recém-lançado no mercado. Não nos perguntem como conseguimos, acho que apareceu no jardim da casa do Ander, mas isso não vem ao caso. O filme é o thriller espanhol “REC”. Pasmem! Discussões à parte sobre a qualidade, o filme assusta. Acima postei o trailer da película que vale a penas ser assistida em qualquer cinema que esteja sendo rodado. Abaixo trecho de uma crítica retirada do blogue ALTO FALANTE.

“(…) É bem possível que varias pessoas digam que entregar a sinopse de “[REC]” seja uma forma de estragar a experiência do filme (detalhando, inclusive, que o próprio trailer não traz imagens do filme em si, mas apenas dos sustos da platéia durante uma exibição). Respeitando essa possibilidade, não vou falar da sinopse; sinceramente acreditando que afirmar se tratar de um filme de zumbi no estilo início do fim…, seja o suficiente. Entretanto, não tenho certeza se é bem por aí… obviamente é interessante acompanhar o desenvolvimento da história e ir descobrindo o que acontece junto com as personagens; mas é visível que o roteiro, a sinopse, não é nem de longe o mais importante em “[REC]”. Se nas produções do atual cinema comercial as imagens vêm se tornando cada vez mais um mero meio para o desenvolvimento do roteiro, em “[REC]” o roteiro não passa de suporte para o clima/experiência almejada pelos realizadores.

E é exatamente aí que aí que o filme se faz e ganha o espectador: no clima. Fazendo a usual comparação tosca, “[REC]” talvez seja algo muito parecido com um passeio em um Trem Fantasma realmente muito bom. Pouco importa a história, as reviravoltas ou mesmo o desenvolvimento dramático – o melhor em “[REC]” é a possibilidade de ser seqüestrado pelo filme e passar a (quase) vivenciar o caos que ele retrata/constrói. Muito além dos planos amplos e límpidos, o caos na técnica da imagem de “[REC]” serve como um meio para aproximar o espectador do espetáculo, derrubando com a segurança de poder olhar o écran de longe e com distração. Nos curtos 70min de duração, o espectador começa com o tédio inicial de acompanhar a criação de uma reportagem furada sobre o Corpo de Bombeiros e termina diante do registro “quase sem imagem” de pessoas sendo perseguidas e mortas por um terror sem explicação.

Nessa devoção pela construção do clima, “[REC]” faz uma opção interessante: ao contrário de “A Bruxa de Blair”, que se foca nas personagens e aposta no desenvolvimento delas, “[REC]” coloca essa característica em segundo plano e se foca quase exclusivamente na situação. Diferente de personagens construídas numa base dramática, as pessoas expostas na tela são basicamente simplificadas como vítimas da situação e nada mais. Se, assim, por um lado o filme abre mão de uma qualidade que poderia existir, por outro cria uma proteção contra o cinismo dos espectadores menos interessados – que por não se envolverem com as personagens terminam dando risada no cinema (vide o caso do citado “A Bruxa de Blair”).É bem possível que varias pessoas digam que entregar a sinopse de “[REC]” seja uma forma de estragar a experiência do filme (detalhando, inclusive, que o próprio trailer não traz imagens do filme em si, mas apenas dos sustos da platéia durante uma exibição). Respeitando essa possibilidade, não vou falar da sinopse; sinceramente acreditando que afirmar se tratar de um filme de zumbi no estilo início do fim…, seja o suficiente. Entretanto, não tenho certeza se é bem por aí… obviamente é interessante acompanhar o desenvolvimento da história e ir descobrindo o que acontece junto com as personagens; mas é visível que o roteiro, a sinopse, não é nem de longe o mais importante em “[REC]”. Se nas produções do atual cinema comercial as imagens vêm se tornando cada vez mais um mero meio para o desenvolvimento do roteiro, em “[REC]” o roteiro não passa de suporte para o clima/experiência almejada pelos realizadores.

E é exatamente aí que aí que o filme se faz e ganha o espectador: no clima. Fazendo a usual comparação tosca, “[REC]” talvez seja algo muito parecido com um passeio em um Trem Fantasma realmente muito bom. Pouco importa a história, as reviravoltas ou mesmo o desenvolvimento dramático – o melhor em “[REC]” é a possibilidade de ser seqüestrado pelo filme e passar a (quase) vivenciar o caos que ele retrata/constrói. Muito além dos planos amplos e límpidos, o caos na técnica da imagem de “[REC]” serve como um meio para aproximar o espectador do espetáculo, derrubando com a segurança de poder olhar o écran de longe e com distração. Nos curtos 70min de duração, o espectador começa com o tédio inicial de acompanhar a criação de uma reportagem furada sobre o Corpo de Bombeiros e termina diante do registro “quase sem imagem” de pessoas sendo perseguidas e mortas por um terror sem explicação.

Nessa devoção pela construção do clima, “[REC]” faz uma opção interessante: ao contrário de “A Bruxa de Blair”, que se foca nas personagens e aposta no desenvolvimento delas, “[REC]” coloca essa característica em segundo plano e se foca quase exclusivamente na situação. Diferente de personagens construídas numa base dramática, as pessoas expostas na tela são basicamente simplificadas como vítimas da situação e nada mais. Se, assim, por um lado o filme abre mão de uma qualidade que poderia existir, por outro cria uma proteção contra o cinismo dos espectadores menos interessados – que por não se envolverem com as personagens terminam dando risada no cinema (vide o caso do citado “A Bruxa de Blair”). (…)”

Vale a pena conferir. Sem mais, uma boa semana a todos. Oniodi.

03
nov
08

ALTs Idéias – Ed.28 – A Última Semana

Clique aqui para ler as tirinhas anteriores.

28
out
08

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Saudações, ALTianos e ALTianas. Notícias do fronte.

Bom, eu e o Jeff estamos de volta e antes de tudo devemos desculpas. Devido a problemas computadorísticos, não pudemos atualizar o blog lá de São Paulo conforme havíamos prometido.

Em compensação, faremos uma matéria sobre a viagem, com uma série de fotos, que sairá no domingo próximo. Será um relato, uma espécie de diário de bordo, com comentários sobre os lugares pelos quais passamos: 32ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Masp (Museu de Arte de São Paulo), Mam (Museu de Arte Moderna), Bienal… Aconteceu de tudo um pouco, uma série de problemas e outra de sortes, mas enfim, detalhes, na matéria. Esperamos que gostem.

O vídeo ai em cima é o trailer do filme Palermo Shooting, novo filme do Win Wenders, que tivemos o prazer de assistir na Mostra.

Obs. I:Mudando completamente de assunto, quero agradecer a Ju Brita e o Doug (do Outra Pauta) que ficaram por cá e deram os toques finais na última ediçao do ALT. Aliás, daqui alguns dias, a Ju vai dar uma de “Soldada” (o feminino de “Soldado”) e partirá para um “estágio de correspondende de assuntos militares”. Rá. De metralhadora e tudo mais.

É isso por enquanto.

Abraços.

A.




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