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30
nov
09

estamos vivos

Sim, contra todas as expectativas, estamos vivos neste 30 de novembro.

Os prazos foram cumpridos, os trabalhos entregues, e vidas foram salvas. E depois de 17 dias longe dessa nossa extensão virtual, deixamos aqui esse sinal do retorno da vida altiana a parâmetros humanos.

As atualizações devem voltar a ser frequentes. Acompanhe pelo feed ou siga-nos pelo Twitter: @anderground; @julliane; @hiharry.

Por hora é isso.

Logo (e agora é sério) mais novidades.

Até

ALT

 

 

 

 

 

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17
out
09

despedidas

Bom-dia ALTianos

A próxima edição do Gazeta ALT chega às bancas amanhã. Recheando as oito páginas de cultura semanal os assuntos são os mais diversos. Nas centrais Julliane Brita presenteia os paranaenses com uma entrevista com Marco Vasques, exclusiva ao ALT. Gutenberg Medeiros, doutor e professor da USP traz uma matéria, também exclusiva ao nosso caderno, sobre a tradução portuguesa do romance Berlin Alexanderplatz do alemão Alfred Döblin. Na página oito minha matéria mostrando o drama de uma aposentada que teve a casa destruída pelo temporal de quarta-feira aqui em Cascavel. Além das matérias os tradicionais Mundo Sebo e Emblogado tratando novamente de Paulo Leminski. Na página três, os poemas de Tere Tavares trazem literatura e lirismo à edição. Vale a pena conferir amanhã nas bancas.

Este também é meu último post neste blogue. A partir da próxima semana não faço mais parte da equipe ALT. Agradeço aos leitores que me acompanharam neste um ano de Gazeta e, também, as manifestações de carinho recebidas ao longo deste trajeto. Ficará apenas a minha saudade. Não é todo dia que uma porta imensa e imersa em cultura se abre para nós. O ALT foi isso. Obrigado.

14
set
09

Mudanças

Olá, ALTianos e ALTianas.

Como vocês já devem ter notado, foram feitas algumas pequenas modificações em nosso blogue para facilitar o acesso de todos. Primeiramente, todas as edições do Gazeta ALT estão online na página edições anteriores, inclusive a edição de ontem, 13/09/09. Além disso,  estamos complementando as nossas listas de links (seções pub e blogroll ali na barra lateral). Outra novidade é a avaliação de posts que instalamos. A partir de agora, ao clicar no título do post e ir para a página  de comentários, você pode também avaliar a postagem. Por último, e muito mais importante, nós modificamos um pouco nosso sistema de feed, assim podemos monitorar de forma mais eficaz como anda o acesso ao nosso blogue. Para os que já conhecem/utilizam os famosos Agregadores de Conteúdo, pedimos que atualizem o link para o nosso feed. Já aos que ainda não conhecem essa tecnologia de compartilhamento de informação, segue abaixo o texto que a Julliane escreveu para o emblogado do dia 02/08/09, na 76 edição do ALT. O novo link do feed está aqui ao lado, o ícone vermelho que está no topo da barra lateral.

Por enquanto é isso. Esperamos que gostem.

*****

Alimente-se

Texto de Julliane Brita publicado originalmente na edição do dia 02/08/09 ( # 76 ) do Gazeta ALT

Geralmente, clico mais em “Retire-me da lista” do que em afirmativas contrárias. É certo que até um tempo atrás as newsletters faziam a cabeça de muita gente, inclusive a minha. Não que eu tenha recusado a todos os e-mails que resumem informações sobre determinados sites ou serviços, mas só recebo algumas muito específicas, ou melhor, aquelas que vêm de sites que não possuem um feed.

A situação é a seguinte: antigamente, quando você queria gerar algum interesse pelas coisas novas que colocava no site ou no blogue (Alguém já fez isso com blogue? Haja desespero!), aumentar o acesso ou simplesmente fazer com que as pessoas interessadas no conteúdo que você disponibilizava não precisassem dar F5 de dois em dois minutos, você criava uma newsletter, um e-mail enviado para muitas pessoas cujo conteúdo representava o que você atualizou há pouco. Para fazer isso, duas opções: manualmente ou por meio de um administrador, que gera a newsletter automaticamente a partir das atualizações feitas no site.

Ótimo, isso é perfeitamente possível, principalmente se os seus leitores, seguidores, público-alvo ou afins não souberem o que é feed. E muita gente não sabe. Porventura, talvez nem você saiba. E aí começa o problema, já que nem todos querem receber o seu e-mail periódico. Eu, particularmente, prefiro que o conteúdo dos endereços que acompanho apareça devidamente organizado por grupos de assuntos, em ordem de importância e que eu possa acessá-lo de qualquer computador conectado à Internet. E isso é o que faz um agregador de feed.

Do começo. Feed é um sistema de distribuição de conteúdo por meio da reunião simplificada das atualizações de um site. Essas atualizações ficam armazenadas em um arquivo de extensão xml que pode ser adicionado em um leitor capaz de reunir feeds de vários sites, chamado de agregador de feed. Esses agregadores atualizam automaticamente os arquivos dos sites inscritos e possibilitam com isso que você saiba o que um determinado site atualizou sem que você entre na página original. É a mesma função da newsletter, mas de forma mais organizada e menos trabalhosa.

Os agregadores disponíveis são divididos em dois tipos: os de baixar e ter no computador, os chamados agregadores desktop; e os baseados em web. Recomendo usar os do segundo tipo, que armazenam as inscrições on-line e permitem que você as acesse ao logar o seu perfil de qualquer computador conectado. De fato, ninguém aqui já experimentou um agregador de mesa, portanto, só indicaremos os web, com grande predileção ao Google Reader.

O Bloglines parece ser o mais usado pelos que acompanham feeds e faz o que a maioria faz: possibilita organização dos feeds em pastas, permite o compartilhamento das inscrições, faz buscas dentro do sistema – inclusive com retorno de outros usuários –, disponibiliza interface em português, é relativamente rápido e fácil de administrar. O que mais chateou na experiência curta com o Bloglines foi a mal-resolvida interface. Ela é desajeitada e não conseguiu substituir meu apreço pelo Google Reader.

A segunda tentativa de experimentação foi o Netvibes, que conta, em relação ao anterior, com um layout muito melhor, mas de navegação um pouco mais complexa – nada que o fará não entender como funciona, ok? –. Ele funciona mais como um IGoogle ou o MyYahoo, em que é possível agregar à interface outras ferramentas além dos feedse-mail, Twitter, Facebook, previsão do tempo e afins –. É necessário perder um bom tempo para organizar a página e descobrir tudo o que ela oferece. Aliás, ainda não descobri como marcar todos os feeds como lidos, já que importei as inscrições de um outro leitor (fato possível com os arquivos OPML que possibilitam um back-up das suas inscrições). Um pouco mais pesado que o Bloglines, um pouco menos eficiente que o próximo reader.

Nossa grande paixão é o Google Reader, ferramenta do todo-poderoso da Internet para a leitura de feeds. Se você já descobriu as vantagens do Gmail, vai adorar o Reader. O esquema é bem parecido e o layout segue o típico minimalismo de toda a interface do grupo: muito branco e azulzinho. As ferramentas são as mesmas dos anteriores, com a vantagem da facilidade de manuseio e relativa leveza. Além disso, a interação entre as ferramentas Google é sempre um artifício bem-vindo para os que passam muito tempo conectados. Nós recomendamos.

***

A coluna de hoje foi feita com colaboração dos blogues Revolução Etc, Tableless, ZeroSeis e Thalis Valle, peritos em tecnologia e Internet.

03
ago
09

deusa nipônica

O ALT de Domingo ainda está nas bancas e dá tempo de correr até lá e conferir uma entrevista exclusiva da Fernanda Takai, vocalista do Pato Fu, para o Gazeta ALT. A entrevista foi feita por telefone e vale a pena saber um pouco mais sobre a nova musa intérprete da Bossa Nova e novo projeto da cantora, o DVD recém-lançado. Além da pequena notável fica a critério outros espaços como os tradicionais Emblogado, Mundo Sebo e Disco Compacto, além das colaborações de leitores que também são publicadas.
Para começar esta semana eu visitei novamente o blogue Esencia Brasil, feito por um espanhol de origem Brasileira. O blogue tem ligação com o diário espanhol El País e traz análises sobre a economia, política, cultura e turismo de nosso País. Para quem gosta de saber coisas sobre o Brasil, mas sob a ótica de pessoas que não estejam poluídas por ele mesmo. O blogueiro faz com maestria um trabalho que poderia ser levado a cabo por brasileiros. Ouso a dizer que o trabalho de pesquisa e o emprenho do blogueiro não se encontra por aqui, quando se trata desse assunto.
Só há um problema para os brasileiros que acessarem este blogue: é necessário entender espanhol, pois o público ao qual é voltado são os daquele país europeu. As análises Wesley vão desde a historiografia do Brasil até a formação social para entender momentos pelos quais passamos agora. Vale a pena conferir a indicação. Abaixo postei um vídeo com a música O Barquinho, conhecida na voz de Maysa Matarazzo, mas interpretada por Fernanda Takai. Durante a semana mais informações sobre o que estamos preparando para próxima edição.

13
jul
09

Em defesa da palavra suja #2

Falar palavrões pode ajudar a diminuir a sensação de dor física, segundo um estudo da Escola de Psicologia da Universidade de Keele, na Inglaterra, publicado pela revista especializada NeuroReport. No estudo, liderado pelo psicólogo Richard Stephens, 64 voluntários colocaram suas mãos em baldes de água cheios de gelo, enquanto falavam um palavrão escolhido por eles. Em seguida, os mesmos voluntários deveriam repetir a experiência, mas em vez de dizer palavrões, deveriam escolher uma palavra normalmente usada para descrever uma mesa.
Enquanto falavam palavrões, os voluntários suportaram a dor por 40 segundos a mais, em média. Seu relato também demonstrou que eles sentiram menos dor enquanto falavam palavrões. O batimento cardíaco dos voluntários também foi medido durante a experiência e se mostrou mais acelerado quando eles falavam palavrões. Os cientistas acreditam que o aumento do ritmo de batimentos cardíacos pode indicar um aumento da agressividade, que, por sua vez, diminuiria a sensação de dor.

Para os cientistas, no passado isso teria sido útil para que nossos ancestrais, em situação de risco, suportassem mais a dor para fugir ou lutar contra um possível agressor. O que está claro é que falar palavrões provoca não apenas uma resposta emocional, mas também uma resposta física, o que pode explicar por que a prática de falar palavrões existe há séculos e persiste até hoje, afirma o estudo. “(A prática de) Falar palavrões existe há séculos e é quase um fenômeno linguístico humano universal”, diz Stephens.

“Ela mexe com o centro emocional do cérebro e parece crescer no lado direito do cérebro, enquanto que a maior parte da produção linguística ocorre do lado esquerdo. Nossa pesquisa mostra uma razão potencial para o surgimento dos palavrões, e porque eles persistem até hoje.” Um estudo anterior, da Universidade de Norwich, mostrou que o uso de palavrões ajuda a diminuir o estresse no ambiente de trabalho.

Fonte: BBC Brasil

20
maio
09

Avisos paroquiais

Já está disponível na seção de Edições Anteriores a nossa última edição “A cultura da Índia”. Coisa de louco, vale a pena baixar o PDF e conferir. Amanhã mais atualizações aqui do que estamos preparando para domingo. Abraços, Oniodi.

18
abr
09

alt 61

Post rápido para adiantar os assuntos do Gazeta ALT de amanhã.

A edição 61 traz uma matéria especial sobre a lenda da Noiva de Salto. Uma das versões da história é de que uma Noiva se matou pulando do mirante da Usina de Salto Osório – a poucos minutos de Quedas do Iguaçu –  para se juntar ao noivo dela, que morreu no dia do casamento. A equipe do ALT foi até Quedas em busca da Noiva e o que encontramos você saberá nas páginas centrais do caderno.

Em outro rumo, tem uma artigo exclusivo sobre a importância do ensino da lingua espanhola no Brasil, da Neusa Fátima Correa, de Guarapuava. A critica literária desta semana é sobre o livro Dicionário Amoroso da América Latina, de Mario Vargos Llosa. O álbum da seção Disco Compacto é Eco² de Jorge Drexler; e o filme que entrou na Seleção ALT de Cinema é Arca Russa, do diretor Aleksandr Sokuróv.

Não percam.




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