EDITOR DE GAZETA ALT
Anderson Antikievicz Costa

REVISÃO E COLABORAÇÃO
Julliane Brita

COLABORAÇÃO
Oniodi Gregolin

PROJETO GRÁFICO E ILUSTRAÇÕES
Jeferson Richetti

CONTATO
alt@gazetadoparana.com.br
Rua Fortunato Bebber, 868
Jardim Pacaembu
Cascavel – Paraná – Brasil
CEP 85808-360
PABX: +55 45 3218-2543

Obs.: Artigos e textos literários para publicação no Gazeta ALT devem conter entre 3 mil e 6 mil caracteres, além de nome completo do autor e formação. O material somente será publicado caso se enquadre na proposta do caderno. Mais informações, entre em contato.

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8 Responses to “Expediente”


  1. 1 Alceu A. Sperança
    8 maio, 2008 às 9:51 am

    É sempre bom ver vida inteligente na imprensa.Seu trabalho é muito inspirador. Longa vida ao ALT!

  2. 2 Maria Teresa Costa
    18 maio, 2008 às 12:39 pm

    Parabéns, pela edição de domingo 18/05, e é claro pelas anteriores também. Aos responsáveis pelas obras primas, continuem neste ritmo, desafiando o tradicional e construindo algo novo no jornalismo. Vocês vâo muito longe, é o meu desejo.

  3. 3 Henrique Kugler
    10 junho, 2008 às 6:31 pm

    Saudações curitibanas!

    Sou Henrique Kugler, estudante de jornalismo da Universidade Federal do Paraná, e conheci o trabalho de vocês no último Intercom Sul – em Guarapuava. Trocamos algumas idéias por lá, e fiquei de investigar a possibilidade de promovermos uma palestra sobre a Gazeta Alt aqui na UFPR. Conversei com o o pessoal do Centro Acadêmico, e eles gostaram muito da idéia também! O problema é que o calendário do nosso curso está um pouco apertado agora, mas em outubro teremos a Semana Acadêmica – que, segundo o CA, será a nossa melhor oportunidade. Gostaria de saber, portanto, se vocês têm interesse em vir pra cá e falar um pouco sobre o trabalho que estão realizando. Ares de jornalismo insípido pairam por sobre meu campus, e a presença de vocês lá será muito bem-vinda. Bom, ainda não temos data definida para ter alguma certeza, mas podemos começar a nos programar. Que tal?

    Mais uma vez, parabéns pelo trabalho!
    Grande abraço,
    Henrique Kugler

  4. 4 Felippe
    18 dezembro, 2008 às 5:48 pm

    ás vezes o silêncio e a falta de educação pertuba á todos, a falta de criatividade e a notoriedade com que fazem as charges é de impressionar! Parando para pensar pelo lado humano… vocês são humanos ou máquinas prontas para desenhar?, seria uma boa idéia vocês desenvolverem esse projeto em outra cidade. Curitiba talvez… ou em pato branco mesmo! Lá tambem existe muita matéria a ser discutida e charges a serem feitas com mais qualidade de humor!
    Como o mesmo comentário ali de cima, o Sr. Henrique diz clara e obviamente que a cidade dele tambem existe. Parabens pelo trabalho e desejo muito sucesso a equipe ALT, Só uma ideia… não usem blog, orkut, ou qualquer tipo de midia para tirar as informações, busquem vocês mesmos, a verdade está em volta de vocês.

    Feliz natal

    Felippe B. Wosiack

  5. 24 dezembro, 2008 às 3:01 pm

    Resposta ao comentário de Felippe B. Wosiack.

    Olá, Felippe.

    Gostaríamos de agradecer pelos comentários em relação ao ALT. Todas as críticas construtivas são bem-vindas e pedimos que, sempre que tiver algo a nos dizer (críticas, sugestões, pedidos…), que entre em contato conosco. Na medida do possível, responderemos.
    Sobre as tirinhas:

    As tirinhas trazem cenas da produção do ALT, bastidores, algumas ‘piadas’ internas, personagens que de fato existem… e são tirinhas que não necessariamente precisam ter graça. Como o próprio nome sugere, ALTsIdéias, é uma forma de mostrarmos algumas das idéias que rolam aqui dentro da redação, uma tentativa de aproximação com o leitor, o que não ocorre no jornalismo diário, por exemplo. A tirinha objetiva também atingir o público interno, aumentando a relação/comunicação entre os funcionários desta Gazeta, dos mais diversos setores.

    Sobre Curitiba e Pato Branco:

    O caderno ALT ainda é pequeno e, infelizmente, ainda não temos condições de ir muito além das fronteiras cascavelenses. É por isso que desenvolvemos uma política de colaboradores, pela qual já recebemos textos de Pato Branco e de Curitiba, cidades que você citou; e também de Guarapuava, Foz do Iguaçu, Toledo (PR), Florianópolis e Chapecó (SC) e São Paulo (SP).
    Na maioria das vezes são produções literárias: contos e crônicas, mas quando podemos, fazemos matérias, tal qual fizemos com o pessoal do Amarelo Patrola, de Pato Branco. E uma das facetas de Curitiba foi retratada na edição 37 (disponível para download na seção Edições Anteriores).

    Evidentemente, ainda é pouco, mas considerando que estamos apenas com 11 meses de existência, sendo um caderno de jornalismo literário numa cidade com nenhuma tradição nessa área, ao nosso ver, é uma grande conquista.

    Sobre blogues, Orkut ou qualquer outro tipo de mídia:

    Não utilizamos material da internet no caderno, mas, da mesma forma que livros, revistas, outros jornais, CDs, DVDs…, consideramos a Internet uma interessante fonte de pesquisa, e a recomendamos sempre que nela encontramos algo de valor.

    Mais uma vez agradecemos o contato.

    Feliz Natal e um ótimo Ano Novo para você também.

    Equipe ALT

  6. 6 Sidnei deOliveira
    12 maio, 2009 às 8:28 am

    Olá Galera ALT,
    Parabéns pelo trabalho realizado,no qual tenho acompanhado, e de antemão parabenizo o caderno de domingo que estava sensacional. Aproveitando o ensejo peço encarrecidamente a disposição para que eu possa divulgar a peça “Memórias Póstumas” confeccionado pela Cia. de teatro Hierofânico da UNIPAR.

    A peça foi montada no ano passado, visando a comemoração do centenário de morte do Machado de Assis, sendo que a mesma foi apresentada em diversos lugares, e premiada no Festival de Teatro de Cascavel.

    A peça Memórias Póstumas”, foi adaptada da obra de Machado de Assis, em que foi publicado em 1881, no qual inaugura o realismo nas letras brasileiras. A partir desse enredo o protagonista Brás Cubas revela-se um arguto observador e analista psicológico dos personagens da sociedade brasileira do século XVIII.

    O ritmo da peça é composto por narrações digressivas apresentado de maneira irreverente e irônica por um “defunto autor” (e não um “autor defunto”, como podem pensar). Brás Cubas, por estar morto, se exime de qualquer compromisso com a sociedade, estando livre para criticá-la e revelar as hipocrisias e vaidades das pessoas com quem conviveu.

    Essa condição de autor defunto permite ao protagonista suspender a narrativa ou o tempo, diálogar com o espectador no momento e que sugere estar escrevendo algum capítulo e até mesmo propor ao espectador a supressão de algum capítulo. O tempo para o Brás Cubas é suspenso, o que o leva a visitar o seu passado, conhecedor dos segredos após a morte, sem revelar ao espectador tais mistérios, vai se mostrando um narrador irônico acerca das paixões humanas.

    A peça será encenada no anfiteatro da UNIPAR – Universidade Paranaense

    Data: 21/05/2009 Horário: 20hrs

    Ingresso: R$ 3,00 no qual será emitido certificados de horas culturais.

    Ficha técnica

    Cia. de teatro Hierofânico da UNIPAR
    Elenco
    Sidnei de Oliveira – Brás Cubas, Rubião
    Igor Zonta – Quincas Borba
    Sonoplastia – Fábio Lino
    Adaptação – Sidnei de Oliveira e Leodefane Bispo
    Figurino – Sidnei de Oliveira
    Direção Geral – Sidnei de Oliveira

    contato – (45) 8405-3558

  7. 7 Sidnei de Oliveira - Cascavel - Paraná
    4 novembro, 2009 às 11:26 am

    Nas entrelinhas a curiosa existência da personagem sibyl Vane na obra de Oscar Wilde, “O Retrato de Dorian Gray”

    O retrato imaginário de Sibyl Vane

    O trajeto de Sibyl Vane, na pintura viciosa do “O Retrato de Dorian Gray” começa pelos espaços da arte marginalizada, o teatro pobre (de talento e estrutura de produção), cujos sons dissonantes constituem na ousadia de encenar a mais cultuada propriedade inglesa de todos os tempos, a obra de William Shakespeare, o qual introduz a força orgânica na sua personagem exercendo posse sobre a jovem atriz. Sibyl é uma criatura simples e ingênua sem qualquer ascendência destacável. A separação entre a arte suprema e sua concretização vulgarizada é claramente evidenciada. Mas também na obra é possível encontrar o descompasso fatal que pontua sempre a fissura entre o real e o ideal na figura, o qual a atriz empresta sua matéria carnal para construção da arte. Mas, a partir do momento em que a vida se intromete com sentimentos reais, e não interpretação dramática, vemos emergir o holocausto de Sibyl Vane.É claro que o esteticismo radical proposto por Oscar Wilde difere da teatralidade interventora das vanguardas. Estas levam “ás últimas conseqüências a sua antiga ascendência romântica”, recusam a “separação entre a práxis social e a arte”. e abandonam, assim, “a atitude passiva, puramente contemplativa perante a vida” , que caracteriza os seguidores de vanguarda cuja a obsessão pela postura de Sibyl Vane mal se disfarça. É o caso de Mário de Sá-Carneiro que, cansado de inventar-se como personagem literário, antes de completar 26 anos de idade optou por se afastar definitivamente da vida real. É também o caso de Fernando Pessoa, que quase conseguiu abolir a vida para viver apenas de literatura. O poder desta decisão se mostra com mais força quando Dorian recusa a única oportunidade de escapar do seu destino: o amor de Sibyl Vane, que ele rejeita por perceber, talvez, a sua incapacidade de amar sem quebrar o pacto com o quadro, e na escolha feita de viver para os seus sentidos. Dorian é platéia e ator simultaneamente. Seu único objetivo “(..) não é o fruto da experiência, mas a própria experiência” Manter esta condição para a personagem, talvez seja o êxtase é o êxito da vida (idem).Além disso, sua aparência física é tão perfeita que ele pode ser considerado como uma obra de arte, com um signo, que é um e dois, significante e significado pois, segundo o prefácio “toda arte é ao mesmo tempo superfície e símbolo”. Como tal, consciente disto, Dorian viveu a sua singularidade-signo, e aqueles que “…buscam sob a superfície fazem-no por seu próprio risco…” como Sibyl Vane que procurou o coração de Dorian e, a ela restou o menosprezo passando novamente para a esfera da arte.

    Cascavel, novembro de 2009

  8. 8 SIDNEI DE OLIVEIRA
    13 janeiro, 2010 às 2:59 pm

    BIG BAIXARIA BRASIL

    No ensejo descrevo no blog ALT a audiência da decadência, a necessidade de sobreviver em sociedade, o aprendizado por meio de um ilusório amadurecimento, a futilidade dispersada e, a vulgaridade exagerada. A perplexidade prevalece ao visualizar o investimento e o lucro gerado através de confusões, barracos e intrigas expostas no horário nobre da televisão. Mas uma edição da caixa de skinner está no ar, onde os jogadores são instigados a testar seus limites, sem medo da exposição, pois a regra do game é a manipulação dos cobaias que almeja a fama instantânea. Cada competidor possuem em si um personagem criado da necessidade de causar “literalmente falando”, porém o equívoco é transparente, pois a falta de afinidades com o personagem é conflitante, a ponto de não sustentar a veracidade exigida. Agora questiono, o que um reality pode acrescentar culturalmente na vida de uma pessoa? Sendo que na estreia da palhaçada o show de anedotas superou todos os recordes de limites, que supostamente os brothers irão sujeitar-se. Enfim o ser humano possuem valores, os quais não qualifico como artimanhas para jogo, mas como armas reais utilizadas para a defesa dos direitos constitucionais. A conquista do ser humano deve ser embasado na integridade, atingido assim o sucesso, o qual sendo construído por degraus sólidos ultrapassa os 15 minutos de fama. Mas um sonho de reconhecimento e sucesso confeccionado “no cabeças vão rolar e, que não seja a minha”, não tem estrutura que o sustente. Espero que um dia os meios de comunicação possam sobreviver não de baixarias, mas de cultura e, que está tão enfatizada cultura seja de fato um conhecimento absorvido pela sociedade, que anseia por educação, pois o que posso eu deixar aos meus descendentes, um sonho em entrar no Big Brother Brasil, ou um conhecimento digno de valores e princípios, resta esperar por transformação ou pela total degradação.


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