Arquivo para julho \27\UTC 2009

27
jul
09

Amendoim

Esta semana promete ser corrida para a equipe do ALT. Hoje, o Ander já esteve participando como banca para análise de dois artigos em uma universidade. Amanhã é a vez da Julliane e minha, mas como alunos. Nossas bancas começam amanhã e não vai ser fácil. Adiantando aos nossos leitores do ALT, que já terminaram de ler a edição de ontem, para a próxima teremos, bem possível, uma entrevista exclusiva com Fernanda Takai, vocalista do Pato Fu. Para quem gosta do pop rock da banda ou mesmo da belíssima voz de Takai nas canções imortais da Bossa Nova vale a pena conferir o que a pequena de olhos puxados tem a falar. Abaixo postei um vídeo com a canção Amendoim da banda mineira.

21
jul
09

Ajuda altiana

Precisamos, nesta semana, encontrar um padiero chamado Tiago e um cabeleireiro chamado Eduardo. Alguém conhece algum que pudesse nos indicar? Entrem em contato conosco no alt@gazetadoparana.com.br ou no oniodi@gmail.com

16
jul
09

Bruxismo

Sim, a equipe do ALT fez parte dos milhões de fanáticos que se aglomeram aos montes em shoppings e salas de cinemas diversas, tudo isso para não perder a estreia mundial do último filme do bruxinho Harry. Enquanto alguns pegaram a sessão mais tardia, sendo que era a única que restava quando da compra dos ingressos 3 dias antes, outros foram mais cedo e viram primeiro a saga do livro homônimo: Harry Potter e o enigma do Príncipe. A fila na qual eu estava dava uma volta pelo saguão do shopping. Considerando que eu era um dos últimos, felizmente tive quem guardasse lugar para mim. Tirando a revolta com os pirralhos que atrapalharam durante toda a sessão, o aproveitamento do filme foi ótimo. Todo o alvoroço para a estreia compensou qualquer expectativa.

Hoje, lendo sobre o filme, me deparei com a informação de que hoje faz quatro anos que o livro Harry Potter e o enigma do Príncipe foi colocado à venda nas bancas dos principais países de língua inglesa. Não creio que o lançamento do filme ontem tenha sido apenas uma mera coincidência. No mundo bruxo sempre há uma explicação para tais fenômenos. Para quem ainda não viu, recomendo. Vale a pena trancafiar-se por 2 horas e meia no cinema para ver esta película.

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Na próxima edição do ALT um texto, nas páginas centrais, de Rafael Barzotto, nosso colaborador de Pato Branco, tratando de uma viagem que fez ao país hermano. Na página oito uma matéria do Anderson e da Julliane sobre como secar roupas no inverno. Tudo isso, além das seções já conhecidas, como Emblogado, Mundo Sebo, etc…

13
jul
09

Em defesa da palavra suja #2

Falar palavrões pode ajudar a diminuir a sensação de dor física, segundo um estudo da Escola de Psicologia da Universidade de Keele, na Inglaterra, publicado pela revista especializada NeuroReport. No estudo, liderado pelo psicólogo Richard Stephens, 64 voluntários colocaram suas mãos em baldes de água cheios de gelo, enquanto falavam um palavrão escolhido por eles. Em seguida, os mesmos voluntários deveriam repetir a experiência, mas em vez de dizer palavrões, deveriam escolher uma palavra normalmente usada para descrever uma mesa.
Enquanto falavam palavrões, os voluntários suportaram a dor por 40 segundos a mais, em média. Seu relato também demonstrou que eles sentiram menos dor enquanto falavam palavrões. O batimento cardíaco dos voluntários também foi medido durante a experiência e se mostrou mais acelerado quando eles falavam palavrões. Os cientistas acreditam que o aumento do ritmo de batimentos cardíacos pode indicar um aumento da agressividade, que, por sua vez, diminuiria a sensação de dor.

Para os cientistas, no passado isso teria sido útil para que nossos ancestrais, em situação de risco, suportassem mais a dor para fugir ou lutar contra um possível agressor. O que está claro é que falar palavrões provoca não apenas uma resposta emocional, mas também uma resposta física, o que pode explicar por que a prática de falar palavrões existe há séculos e persiste até hoje, afirma o estudo. “(A prática de) Falar palavrões existe há séculos e é quase um fenômeno linguístico humano universal”, diz Stephens.

“Ela mexe com o centro emocional do cérebro e parece crescer no lado direito do cérebro, enquanto que a maior parte da produção linguística ocorre do lado esquerdo. Nossa pesquisa mostra uma razão potencial para o surgimento dos palavrões, e porque eles persistem até hoje.” Um estudo anterior, da Universidade de Norwich, mostrou que o uso de palavrões ajuda a diminuir o estresse no ambiente de trabalho.

Fonte: BBC Brasil

09
jul
09

Coisinhas

A parabólica nunca foi a melhor opção para assistir TV no Brasil, mas entre ficar com quatro canais na TV aberta tradicional e 30 na parabólica, fico com a última. Mesmo que esta última tenha na grade de canais pelo menos 15 que tratam da venda de gado, utensílios domésticos, jóias, tapetes persas, etc. Um canal que acompanho, às vezes, é o de número três do meu aparelho: a TV Brasil. Ontem à noite parei para assistir ao programa Comentário Geral. O formato do programa é simples e descontraído. No estúdio apenas uma apresentadora à frente de um cenário simples. Na pauta apenas um tema, o de ontem: pedras. Após escolhido este tema o programa navega em uma dezena de assuntos ligados a ele, entrevistando especialistas e personalidades para falar sobre as diversas facetas que o tema pode suportar. No caso de ontem, geólogos falaram sobre a formação geológica do planeta; uma runóloga sobre o uso das pedras em religiões; uma professora sobre o livro A pedra do Reino de Ariano Suassuna; um representante de uma marca de jóias sobre o uso de pedras ma ornamentação; obras de arte feitas com pedra, com destaque para as obras em pedra sabão de Aleijadinho; a história de nossos ancestrais contada por meio das pedras e o uso das pedras por humanos primitivos; o rock como estilo musical; o uso de pedras em terapias alternativas e pedras nos rins. Os múltiplos rostos de um tema trazem ao programa uma criatividade imensa buscada em temas simples e tão óbvios ao nosso dia a dia. Fica a indicação, todas as quartas-feiras, na TV Brasil, às 23 h, o programa Comentário Geral.

Amanhã atualizo aqui as novidades para a próxima edição do Gazeta ALT, mas já posso adiantar que teatro, trivialidades do cotidiano e documentário estão na pauta. Um bom restinho de semana a todos. Abraços, Oniodi.

04
jul
09

Nos ares de outros

Olá, meus queridos Altianos, como estão?

Há muito tempo eu não passo por aqui para escrever algo de interessante (ou nem tanto), para dizer oi ou algo do gênero. Hoje, entretanto, tive saudade de vocês.

Para compensar um pouco minha ausência, trago duas coisas: a primeira, as novidades do caderno quentinho de amanhã; a segunda, algo que inspira.

Aos postos, o Gazeta ALT de amanhã traz muita informação cultural. Nos espaços fixos – como a Carta ao Leitor e a coluna do Núcleo Gazeta ALT de cinema, feita pelo Anderson (Antikievicz Costa) -, (quase) tudo que você precisa saber sobre o Festival de Música de Cascavel, o Circuito OFF de Música, e sobre o filme cascavelense recém-lançado – Que mordomo é esse? -. No Mundo Sebo, outra de nossas seções fixas, Oniodi (Gregolin) divulga uma campanha para que livros sejam perdidos – aliás, se você encontrou um livro por aí, fique atento! -; no Emblogado, festins literários da rede. Nas páginas principais, você encontrará a continuação do artigo Documento Literário, do Anderson (A. Costa), sobre as tangências entre o jornalismo literário e o documentário; e uma matéria especial que surgiu da lembrança de que a morte do ex-presidente argentino Perón fez 35 anos. Oniodi (Gregolin) encontrou uma personagem argentina em Cascavel que tem histórias incríveis para contar. Por fim, muita coisa boa, ao menos é o que esperamos e nos dedicamos a fazer.

O segundo ponto que eu queria trazer hoje a vocês é uma declaração de Gay Talese, jornalista e escritor considerado ícone do New Journalism. A entrevista foi dada à jornalista Patricia Royo, que está escrevendo para o blogue Prosa e Verso, d’O Globo online. Num making-off da entrevista no blogue de treinamento de estagiários e trainees dos jornais O Globo e Extra (Amanhã no Globo), Patricia transcreveu um trecho que, segundo ela, Talese mandou especialmente para os estudantes de jornalismo:

“O mais importante para jovens jornalistas é gastar mais tempo com pessoas, para entender mais profundamente sobre quem se está escrevendo. Desta forma, mesmo sendo um jornalista, você está se comunicando tão bem quanto se fosse um romancista. O jornalista deve aspirar a manipular tão bem a língua como um romancista, pois o jornalismo pode ser uma forma de arte. Não deve haver uma diferenciação entre ficção e não-ficção, ou entre jornalismo e arte, contos ou romances. Os jornalistas devem se esforçar para produzir uma prosa que lhes dê orgulho, além de coletar a informação corretamente”.

Isso para os que dizem que não há jornalismo literário – ou que ele é um amontoado de palavras bonitas e vazias (sic) – deveria ser um banho de água fria. Aliás, chamem do que quiserem: jornalismo literário, narrativo, realista… o que importa é que reconheçam mais do que o simples empilhar de “informações relevantes”. Nós, ao menos, reconhecemos e sempre tentamos nos orgulhar de nossa prosa ainda envergonhada.

Abraços a todos.
Julliane




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