Arquivo para outubro \28\UTC 2008

28
out
08

back in alt

Saudações, ALTianos e ALTianas. Notícias do fronte.

Bom, eu e o Jeff estamos de volta e antes de tudo devemos desculpas. Devido a problemas computadorísticos, não pudemos atualizar o blog lá de São Paulo conforme havíamos prometido.

Em compensação, faremos uma matéria sobre a viagem, com uma série de fotos, que sairá no domingo próximo. Será um relato, uma espécie de diário de bordo, com comentários sobre os lugares pelos quais passamos: 32ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Masp (Museu de Arte de São Paulo), Mam (Museu de Arte Moderna), Bienal… Aconteceu de tudo um pouco, uma série de problemas e outra de sortes, mas enfim, detalhes, na matéria. Esperamos que gostem.

O vídeo ai em cima é o trailer do filme Palermo Shooting, novo filme do Win Wenders, que tivemos o prazer de assistir na Mostra.

Obs. I:Mudando completamente de assunto, quero agradecer a Ju Brita e o Doug (do Outra Pauta) que ficaram por cá e deram os toques finais na última ediçao do ALT. Aliás, daqui alguns dias, a Ju vai dar uma de “Soldada” (o feminino de “Soldado”) e partirá para um “estágio de correspondende de assuntos militares”. Rá. De metralhadora e tudo mais.

É isso por enquanto.

Abraços.

A.

27
out
08

alone in da house

Boa-tarde, ALTianos!

Espero que a segunda-feira seja o prenúncio de uma boa semana. Estamos aqui no ALT, eu e o meu sujeito poético, já pensando na edição do próximo domingo. Não, ninguém voltou ainda. Na verdade, o Douglas está me fazendo companhia, mas estamos aproveitando o tempo para dissertar sobre a infelicidade e pluralidade de nossos dias iguais. É para isso que servem as segundas-feiras insulsas.

Não há muito o que dizer hoje, que, por sinal, é aniversário do presidente Lula e do ator cara que aparece nos filmes japoneses de ação Bruce Lee. Realmente maravilhoso. Parabéns para eles. Aliás, só para o Lula, já que Lee morreu em 1973, aos 32 anos. Uma pena, já que Jackie Chan só teve chance de contracenar com um dos maiores lutadores de artes marciais [carece de fontes] duas vezes. Uma delas, no filme Fist of Fury, em que ele trabalha como duplo do chefe do Dojo japonês, sendo atirado com um pontapé pela janela. A outra foi no filme Enter the Dragon, em que Chan aparece como um mero capanga tentando agarrar Bruce Lee, que se livra e parte-lhe o pescoço [Wikipedia].

Depois dessas informaçõs preciosíssimas para a vida de todos, fiquem com um tributo [no vídeo acima] a esse grande personagem do cinema honkkonguiano e, por que não dizer, mundial.

Até.
Julliane.

26
out
08

da impossibilidade fragmentada do pós-modernismo ou I’m so postmodern

Olá, ALTianos e ALTianas, como estão?

Parece que houve um lapso nos trabalhos do ALT na última semana. Anderson, Jeferson e Oniodi foram viajar [vide post anterior]. E eu fiquei aqui, na mais reptiliana das cidades, sozinha, com muito calor e de folga.

Embora os meninos tenham dito que atualizariam o blogue lá de São Paulo, acredito que os propósitos não deram muito certo. Eu, que prometi que não atualizaria nada por motivo de minhas férias forçadas, fiquei esperando. Como já está quase na hora de voltar ao trabalho, resolvi dar uma passadinha por aqui.

Já compraram o ALT de hoje? Muitos fragmentos pós-modernos dançaram nas páginas que construímos para este domingo e nós esperamos que gostem. O pós-modernismo é essa coisa que angustia teóricos e críticos de todas as áreas do pensamento. “O pós-modernismo é uma cultura que prefere decompor as coisas, respeitar as várias partes do mundo social. Ao falar de cultura, prefere falar de culturas”. Em compensação, “o pós-moderno não pode ser provado, já que, se existe, existe na forma de uma ordem do mundo que exagera o mundo dos fatos e sinais reais. Como resultado, as teorias sociais do pós-moderno não são tanto argumentos advindos de fatos indiscutíveis quanto são representações de uma maneira de entender o mundo”. Ou seja, é uma coisa que angustia, na realidade, qualquer um. A propósito, os fragmentos acima foram retirados do – na medida do possível – esclarecedor Pós-modernismo não é o que você pensa, do professor de sociologia Charles Lemert.

Espero que as páginas do ALT sejam tão esclarecedoras quanto desafiadoras. Afinal, o que interessa mesmo é duvidar.

22
out
08

vou ali e volto já

Saudações, meus caros. Notícias do fronte.

E o ALT de domingo está fechado. Acreditem se quiser. E está. Clima de sexta-feira, porque hoje a equipe se espalha além das divisas – quase toda ela, restou à Ju ser a representante altiana em terras reptilianas, por forças que, no ano que vem, sem dúvida, serão destruídas e ela vai com a gente -. O Oniodi vai para Pato Branco visitar a família, daí, daí que eu e o Jeff vamos um pouco além… bora pra São Paulo, na mostra de cinema.

Dessas viagens é que virão as novidades para o blogue até o início da outra semana. O Oniodi já disse que fará um post de lá e nós (eu e o Jeff) faremos de acolá. Toda noite tem post novo sobre a 32ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, seja narrando os nossos passos em solo paulista, seja falando sobre as produções. Não percam.

O vídeo de hoje é o trailer do longa-metragem de animação dirigido por Vincent Paronnaud e Marjane Satrapi em 2007: Persépolis, filme Francês/EUA que venceu 15 prêmios e foi indicado a outros 21 ao redor do mundo. Fica a sugestão.

Obs.: A edição de número 35 e tirinha do ALT já estão disponível para download.

Obs. II: E não deixem de comprar o ALT no domingo. Sólidos conhecimentos culturais esparramados por Silvio Demétrio e Gutemberg Medeiros, respectivamente doutor e doutorando em Comunicação pela USP (Universidade de São Paulo), em textos exclusivos: Semiótica versus pós-modernidade. Brinca pra vê. E ainda temos uma matéria em jornalismo narrativo escrita por Mariana Lioto, que conversou com alguns dos personagens que dão vida à Avenida Tancredo Neves em Cascavel.

Grande abraço a todos.

Anderson.

22
out
08

ALTs Idéias – Ep. 27 – Diário de Neuroses

Clique aqui para ler as tirinhas anteriores.

21
out
08

Música para presuntos 2

Montagem retirada do blogue Vestiário de André Pacheco

Não. Eu não tenho nenhum interesse por isso.  Mas como hoje continua sendo um dia sem inspiração e sem muito assunto para falar, vou colar aqui um texto retirado do blogue Vestiário do estudante de jornalismo André Pacheco. O texto dá continuidade ao assunto do post de ontem. Confiram:

Velório de Viado

Se você é um homossexual que adora viver os estereótipos gays, a melhor música é “I Will Survive”; mas atenção, não vale nenhum cover, tem que ser a versão original da Gloria Gaynor. E não importa nem um pouco se a música não fala de morte, o que vale mesmo é que é “I Will Survive”. E, se o caixão for rosa com alças de neon, globos de espelhos no lugar das velas e os seus amigos vestindo calça de couro; aí, fechou. Não tem para ninguém, vai ser o velório mais comentado e copiado.

Velório de Puta

Se você foi a mulher mais mal-falada, recomendamos “Vogue”. Você não precisa ter sido fã da Madonna pra que ela seja a trilha-sonora do seu velório. Só pelo fato de você ter sido uma puta, já está valendo. Faça uma pose, reserve rosas vermelhas e peça que cubram seu caixão com pele de leopardo. Para um velório completo: Se sua família for rica, as cortinas podem ser de veludo, de preferência preto. Já, se você foi uma puta pobre, uma luz vermelha na porta já estaria de bom tamanho.

Velório de Pobre

Rebelde é coisa de pobre, por isso, além dos cajuzinhos e do caixão de pinho, os adolescentes mexicanos não podem faltar no seu velório. E, como a temática é morte, cantar “y es así, así es, y no hay nada que hacerle”, o refrão de “Nuestro Amor”, combina perfeitamente. Mas, se você for um pobre metido a cult, pode pedir que toquem “La Barca”, do Luis Miguel.

Velório de Bêbado

Qualquer uma da Janis Joplin.

Velório de Cidadão de Bem

Mariah Carey poderia ser a trilha-sonora do velório de viado, puta, pobre e bêbado. Mas, na época que a moça era comportada, alguns diziam que ela era uma cantora secular. Por isso, “One Sweet Day” combina perfeitamente com pessoas que pagam suas contas em dia, assinam a revista Veja, sonham em conhecer o Castelo de Caras e rezam todas as noites. Afinal, boa gente sempre fará falta e terá uma penca de lágrimas derramadas. Faça já seu testamento e exija “One Sweet Day” para esse momento tão mágico e puro.

No meu velório quero que toque muito samba. De Noel Rosa a  Leci Brandão. Já nosso querido amigo Tiago sugeriu no post anterior que música de velório é Vá com Deus da Roberta Miranda (Vá Com Deus! Vá Com Deus!/ E Tente Sorrir Por Mim), e a Julliane a Goodbye das Spice Girls  (Eu sei que você se foi, você disse que se foi mas eu ainda o sinto aqui/ Não é o fim). Mais sugestões?

20
out
08

música para presuntos

Boa-tarde, ALTianos!

Mais uma semana começa com ritmo acelerado na redação da Gazeta ALT. Os dedos estão ávidos correndo pelos teclados em busca de palavras para compor os textos da próxima edição, mesmo estando a última quentinha da fornada de domingo. A próxima edição já está em processo de conclusão, por motivos relacionados à 32ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, que será prestigiada por nossos ilustres colegas Anderson e Jeferson.

A segunda-feira, como já afirmei na outra semana, é um dia chato. Como quase nunca há muito assunto para abordar aqui hoje e não é só por aqui, uma vez que toda a imprensa está ocupada em relatar o enterro da Eloá e falando com psiquiatras, padres, pastores, familiares, populares, estudiosos, sociólogos e outras pessoas que possam auxiliar na nojenta tarefa de escrachar o tema. Aproveito esta ocasião para discutir uma notícia um tanto intrigante:

Led Zeppelin e AC/DC viram moda em enterros na Austrália
Hinos religiosos perdem espaço para ‘hits’ em lista de dez mais tocadas em enterros.
‘Always look on the bright side of life’, do Monty Phyton, também aparece em lista.

Nada contra aqueles que gostam do bom e velho rock, até acho interessante podermos ir a velórios e curtir uma música menos depressiva que aqueles temas próprios para fazer os parentes cair em prantos quando não há muita consternação. Ainda segundo a matéria, Louis Armstrong e Frank Sinatra também estão em alta. Fico com AC/DC. Agora, “lista de dez mais tocadas em enterros”? Isso sim é piada pronta. Até engulo a idéia do Padre Marcelo Rossi estar no top 20 aqui do Brasil, mas lista das mais tocadas em enterros é o fim do mundo. Não ficarei espantado se daqui alguns dias vermos na tela da Rede Globo a propaganda da Som Livre: O melhor dos enterros – as melhores músicas para velórios. Tomara que coloquem a clássica Segura na mão de Deus e vai.
Boa semana a todos. Acompanhem atualizações por aqui. Oniodi.

Hinos religiosos perdem espaço para ‘hits’ em lista de dez mais tocadas em enterros.
‘Always look on the bright side of life’, do Monty Phyton, também aparece em lista.




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