Arquivo do Autor para oniodi

09
Jul
09

Coisinhas

A parabólica nunca foi a melhor opção para assistir TV no Brasil, mas entre ficar com quatro canais na TV aberta tradicional e 30 na parabólica, fico com a última. Mesmo que esta última tenha na grade de canais pelo menos 15 que tratam da venda de gado, utensílios domésticos, jóias, tapetes persas, etc. Um canal que acompanho, às vezes, é o de número três do meu aparelho: a TV Brasil. Ontem à noite parei para assistir ao programa Comentário Geral. O formato do programa é simples e descontraído. No estúdio apenas uma apresentadora à frente de um cenário simples. Na pauta apenas um tema, o de ontem: pedras. Após escolhido este tema o programa navega em uma dezena de assuntos ligados a ele, entrevistando especialistas e personalidades para falar sobre as diversas facetas que o tema pode suportar. No caso de ontem, geólogos falaram sobre a formação geológica do planeta; uma runóloga sobre o uso das pedras em religiões; uma professora sobre o livro A pedra do Reino de Ariano Suassuna; um representante de uma marca de jóias sobre o uso de pedras ma ornamentação; obras de arte feitas com pedra, com destaque para as obras em pedra sabão de Aleijadinho; a história de nossos ancestrais contada por meio das pedras e o uso das pedras por humanos primitivos; o rock como estilo musical; o uso de pedras em terapias alternativas e pedras nos rins. Os múltiplos rostos de um tema trazem ao programa uma criatividade imensa buscada em temas simples e tão óbvios ao nosso dia a dia. Fica a indicação, todas as quartas-feiras, na TV Brasil, às 23 h, o programa Comentário Geral.

Amanhã atualizo aqui as novidades para a próxima edição do Gazeta ALT, mas já posso adiantar que teatro, trivialidades do cotidiano e documentário estão na pauta. Um bom restinho de semana a todos. Abraços, Oniodi.

16
Jun
09

obscenidades de terça

Aquelas velhas obscenidades que voltam à lembrança nesses dias chuvosos em que a neblina faz companhia ao aguaceiro intermitente. Não nos valha nenhum outro método para dissipar esse marasmo que toma conta de nossa redação a não ser tomar chá para acalentar o frio e acompanhar ideias que surgem nos papos. Diferentemente da semana anterior, nesta não trataremos de coisas ligadas ao erotismo, outras coisas poderão surgir. E edição 70 já é a próxima. Foram 70 semanas ininterruptas nas quais o ALT se fez circular por muitas cidades do Paraná e mais a infinidade de lugares que pode ter chegado por meio deste blogue. Que venham mais 70, estamos preparados. Na continuidade da semana avisos paroquiais que poderão interessar aos nossos visitantes aqui no blogue. Por enquanto anuncio apenas que mais um wallpaper, feito pelo Jeferson es,tá disponível na seção acima. É só baixar e aplicar. Uma boa semana a todos, Oniodi.

08
Jun
09

coisinhas de segunda

A semana recomeça. Sinto sempre uma tristeza tão imensa pelo recomeçar. Ciclicamente pensado. Nessa segunda nada ocorreu fora da normalidade, com exceção da casca de pipoca que está presa em meu esôfago desde ontem. Fizemos reunião de pauta e decidimos os assuntos que serão abordados na próxima edição do Gazeta ALT, edição que já se aproxima de 70. Coisinhas de segunda.

Visitando sites e blogues, hoje me deparei com um texto do jornalista Eugênio Bucci publicado originalmente no jornal Estado de São Paulo, nele o jornalista relaciona o desastre aéreo recente com o poema Morte no avião de Carlos Drummond de Andrade. Vou reproduzir abaixo o trecho selecionado pelo jornalista:

“A morte dispôs poltronas para o conforto/ da espera. Aqui se encontram/ os que vão morrer e não sabem./ (…)/ Sinto-me natural a milhares de metros de altura,/ nem ave nem mito,/ guardo consciência de meus poderes,/ e sem mistificação eu voo,/ sou um corpo voante e conservo bolsos, relógios, unhas,/ ligado à terra pela memória/ e pelo costume dos músculos,/ carne em breve explodindo./ (…)/ Ó brancura, serenidade sob a violência/ da morte sem aviso prévio,/ cautelosa, não obstante irreprimível/ aproximação de um perigo atmosférico/ golpe vibrado no ar, lâmina de vento/ no pescoço, raio/ choque estrondo fulguração/ rolamos pulverizados/ caio verticalmente e me transformo em notícia.”

Para conferir o texto de Bucci, acesse: Observatório da Imprensa

29
Mai
09

quero morar em Barcelona

Há alguns dias navegando pela rede me deparei com um lançamento da Editora Record: O código Gaudí. Hoje quando cheguei trabalhar, doutor Silvio Demétrio entra na sala com um exemplar recebido da editora. A assimilação é involuntária, O código Da Vinci de Dan Brown logo vem a mente. Não tem como não relacionar o best-seller do britânico com a novíssima obra dos escritores espanhóis, Carranza e Martín. O que aconteceria se Gaudí, o grande arquiteto catalão, tivesse sido assassinado por uma organização secreta? Na cinzenta Barcelona de 1926, em meio à confusão social e conhecendo os perigos que sua vida corre, Gaudí esconde uma relíquia no coração de sua obra, desenhada à imagem e semelhança do grande projeto divino: a Natureza. No início do século XXI, o aprendiz de Gaudí, com quase 90 anos, passa os dias tentando impedir que uma doença o faça perder memória. Maria, sua única descendente, deve cumprir os desígnios da profecia. Todas as respostas estão no simbolismo mágico do arquiteto, mas a grande pergunta está escondida nas constelações celestes. Estou ansioso para ler esse thriller. Para os que não sabem, Gaudí é o arquiteto do famoso templo da Sagrada Família em Barcelona.
Mudando de assunto, nossa edição do Gazeta ALT desta semana já está fechada. Nas páginas centrais você confere a matéria sobre Jornalismo Underground assinado por nossa querida colega e amiga Ana Paula Salamón, de Brusque, Santa Catarina. No Folhetim o texto de Norbert Heinz, acadêmico de ciências biológicas da Unicentro de Guarapuava. Tem ainda, na página oito, a colaboração de Marcelo Mugnol, jornalista de Caxias do Sul, RS, sobre a vida do ator francês Hervé Villechaize e, ainda, a colaboração do filósofo José Luiz Ames de Toledo, PR, sobre Rousseau. Aguardem, nas bancas Domingo. Um bom fim de semana a todos, Oniodi.

20
Mai
09

Avisos paroquiais

Já está disponível na seção de Edições Anteriores a nossa última edição “A cultura da Índia”. Coisa de louco, vale a pena baixar o PDF e conferir. Amanhã mais atualizações aqui do que estamos preparando para domingo. Abraços, Oniodi.

19
Mai
09

em defesa da palavra suja

Hoje fui atacado por um dilema: publicar ou não palavras de calão. Não que me valham os palavrões para dizer alguma coisa, sendo que posso tentar eufemizar, mas há aqueles que nunca poderão ser substituídos por nenhuma outra expressão, deixando uma lacuna de sentido. Podem me atirar pedras, mas nada como dizer em alto e bom som um “foda-se” ou xingar de forma voraz a mãe do imprestável que lhe atormenta. Não creio que o calão empobrece a linguagem, mas, também, não pode ser tomado como usual a todo instante. Acho necessário sim mandar tomar naquele lugar no qual o sol nunca chega, ou mesmo dizer os apelidos carinhosos dos órgãos genitais masculinos e femininos. Aquela palavrinha de três sílabas e seis letras, que começa com B e que designa a vagina sempre está na minha boca. Coisa de maluco isso, mas vira e meche estou eu lá dizendo aos quatro ventos a pestilenta palavra. Acreditem, não existe nenhuma outra expressão que consiga exprimir o que estou sentindo no exato momento que a pronunciei. Mas me valha a hipocrisia humana para minha defesa. Nem mesmo padres escapam da palavra suja. Já estive nesse meio religioso e posso garantir que até mesmo eles quando, por exemplo, tropeçam não invocam o apelido do gozo masculino. Não há quem nunca tenha chamado o Encardido numa situação de raiva ou tenha mandado para o quinto dos infernos qualquer maldito que se tenha entreposto a frente. Palavrões nos redimem, de certo modo. Eu me sinto melhor após dizer um. Nenhuma outra palavra vale tanto. O palavrão desoprime.

23
Abr
09

São Jorge, pegador dos dragões

Quando adolescente coloquei na cabeça que só Cristo salva! E já que ele era o caminho, a verdade e a vida, só por ele estaria santificado na divina vida. Fui para um seminário, aqueles colégios de formação para sacerdotes. Contava com 14 anos e junto comigo mais uns 50 meninos se dedicavam ao propósito vocacional da observação das leis católicas. Alguns por vontade própria, outros pela obrigatoriedade familiar: “vamos mandar pra lá e ver se endireita”. Entre nós havia um bem mais velho, Jorge, era o nome do abençoado. Quando fazíamos as refeições alguém se encarregava de fazer as preces, orações, agradecimentos, ejaculatórias ou qualquer outra coisa que se assemelhasse a isso. Certa vez algumas meninas, que pretendiam também seguir na carreira religiosa, estavam no vilarejo fazendo um retiro espiritual. Jorge, nosso maioral seminarista caiu na perdição e levou consigo mais uma daquelas desventuradas possíveis freiras. Cá entre nós, já que dei com a língua nos dentes, as meninas não eram lá nem perto a possibilidade de beleza, um dragão, no popular masculino. Quando jantávamos naquele dia Rafael, o Rafinha, se disponibilizou a tomar a frente das orações habituais. Após rezarmos umas ave-marias ele invocou alguns santos para nos abençoar. O fundador da congregação, “São Vicente Pallotti”, “rogai por nós”, respondemos todos e continuou. “São Jorge, pegador dos dragões”, ninguém respondeu. Ninguém mais parava de rir diante da brincadeira na hora da seriedade e, até hoje, ainda me lembro dessa história quando falam em São Jorge. Hoje é dia desse santo católico, padroeiro do estado do Rio de Janeiro e, no sincretismo religioso, representado no Candomblé por Ogum.

Mudando de assunto, nesta próxima edição preparamos uma entrevista exclusiva com Léo Áquilla. O artista, drag queen, jornalista, dançarino e ator, esteve em Cascavel no último fim de semana para uma apresentação na boate Tribos Club (ver vídeo acima). Também preparamos uma matéria com a Companhia de Ballet da Cidade de Niterói que também esteve na cidade. Não percam, domingo nas bancas. Bom restinho de semana a todos. Abraços do Oniodi.

Avisos Paroquiais:

Na seção de edições anteriores estão atualizadas as descrições de cada ALT.

14
Abr
09

Parada na floresta

Na minha opinião cocar nunca foi um acessório pra lá de viril

Na minha opinião cocar nunca foi um acessório pra lá de viril

Enquanto em nossas sociedades ocidentais, industrializadas e européias os homens saem do armário, nos rincões da Amazônia os índios homens estão saindo da oca. A notícia chegou a mim por meio do portal gay Mix Brasil que publicou dados de uma recente pesquisa feita pela Funai (Fundação Nacional do Índio).De acordo com a Fundação, muitos índios estão se assumindo gays socialmente, fator influenciado pelo contato cada vez maior com a cultura do homem branco. Em paralelo com essa crescente quantidade de gays indígenas tem aumentado, também, o preconceito.

O levantamento releva um número grande de homossexuais assumidos em diversas tribos, incluindo meninos de 10 a 15 anos que já fizeram a opção de não esconder o que realmente são. Desde os estudos antropológicos realizados no século 20 por Darcy Ribeiro já se sabia que existiam índios gays, inclusive travestis. Quando se assumem eles passam a realizar tarefas, normalmente efetuados por mulheres do grupo, como cuidar das crianças e realizar serviços domésticos. Além disso, muitos passam a pintar as unhas e a cuidar melhor do cabelo. Essa mudança de comportamento grupal nem sempre é bem vista pelos outros membros da tribo (também influenciados pela visão judaico-cristã do homem branco) e pode gerar críticas e até violência. A última é a que está preocupando a Funai e estudiosos da região.

No dia 19 deste mês é o Dia do Índio. Presto aqui uma homenagem a esse nicho de corajosos que se assumiram em um meio mais fechado do que a sociedade ocidental, industrializada e européia. Boa semana a todos, amanhã atualizações da próxima edição.

09
Abr
09

Pela obrigatoriedade do diploma

Uma decisão define rumos para um acontecimento e põem fim a um conflito. Esse é o desejo que jornalistas de todo o País esperam da resolução do STF (Supremo Tribunal Federal), no dia 15 deste mês, sobre a liminar da juíza substituta Carla Rister, da 16ª Vara Cível da Justiça Federal, 3ª Região, em São Paulo, que suspendeu em 2001 a obrigatoriedade da exigência do diploma de curso superior de jornalismo, reconhecido pelo MEC (Ministério da Educação), para a obtenção do registro profissional. Esperam que a decisão dos ministros seja favorável aos jornalistas, determinando a necessidade do diploma para o exercício da profissão. O Fórum Pela Qualidade do Jornalismo em Cascavel se posiciona ao lado de todos os jornalistas do Brasil que desejam esse reconhecimento ao curso acadêmico que obtiveram na formação. Não somente a obrigatoriedade do curso superior como uma comprovação, mas, sim, uma necessidade para exercer a profissão com conhecimentos teóricos e técnicos, ambos relacionados à ética e disseminados por diversos meios tecnológicos que se inserem em nossa sociedade. Assim como outras entidades, o Fórum se convence que, com a obrigatoriedade do diploma, a mão de obra barata – não educacional – encontrada em estagiários e não profissionais e a luta por salários dignos se solidificariam. Está em jogo o futuro de milhares de profissionais e estudantes de jornalismo que esperam uma resposta consistente na profissão que escolheram. Um futuro apoiado na garantia de direitos que começam com o reconhecimento profissional do diploma.

Oniodi Gregolin

02
Abr
09

Dia sem jornalistas

Imaginem a seguinte cena: numa determinada manhã você acorda e liga a TV, para sua surpresa não há nenhum jornalista apresentando nenhum, telejornal. Você toma seu café, sai com o carro e ele está mudo, também no rádio nenhum jornalista está apresentando qualquer programa e não adianta mudar de estação, tudo está assim. Você desce do carro e vai até a banca mais próxima e não há nenhum jornal ou revista daquele dia. Todos os jornalistas desapareceram. O que você faria diante dessa situação? Isso seria positivo para a sociedade? Como você faria para se informar, saber das novidades, dos fatos? Caso a comunicação fosse feita boca-a-boca, correríamos o risco de apenas saber de boatos e mentiras? Qual seria o efeito imediato sobre a economia e a vida pessoal das pessoas? Qual a sensação que geraria de não haver mais informações oficiais? Respondam à vontade! O vídeo acima é uma montagem em favor de um dia sem notícias, vale a pena conferir. Abraços, Oniodi!

01
Abr
09

Feliz dia de Loki

Para os ávidos brincalhões do Dia da Mentira houve na mitologia nórdica um primeiro precursor – ao qual atribuem a brincadeira moderna – que levava a cabo as brincadeiras, o truque e as trapaças: o deus Loki. Ele está entre as figuras mais complexas da mitologia nórdica.É uma figura traiçoeira e não se sabe quando se pode confiar nele. Loki é bonito e tem uma aparência amigável, mas uma natureza maligna. Ele é calculista e malicioso, mas também heróico.

Hoje poderíamos brincar com as metirinhas bobas dessa data, mas preferi não. Para não passar a data em branco um vídeo sobre “Um dia sem jornalistas”. Amanhã as atualizações da próxima edição. Boa semana a todos. Oniodi.

31
Mar
09

No Dia da mentira: a imprensa na Justiça

por Nelson Varón Cadena

A Justiça escreve certo por linhas tortas. Nenhuma outra data teria sido mais apropriada para o julgamento da Lei de Imprensa e do Decreto que garante a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista, do que quarta-feira próxima, 1º de abril, que vêm a ser o Dia da Mentira. Sem dúvida uma grande coincidência que a pauta do STF tenha contemplado a referida data, e se acreditarmos que isso não foi proposital e não deve ter sido, assimilemos-lhe a simbologia, quarta-feira a justiça decidir a validade de uma legislação de mentirinha; a primeira revogada na prática pela Constituição de 1988, a segunda marcada pela pecha de não ter sido sancionada pelo Congresso, ou pelo Presidente da República.

(…)

O desfecho da história

Qualquer que seja o desfecho em torno das duas questões postas pelo PDT e Ministério Público, respectivamente, através de interpelação ao STF, quarta feira próxima, fica para nós a lição da história. Construímos em torno da ilegalidade argumentos em defesa do diploma, empurramos com a barriga a questão, perdemos quarenta anos, ou vinte e quatro a contar da democratização do país, em lobbys e firulas.

Poderíamos ter feito um Projeto de Lei em torno da questão e legitimá-lo no Congresso com a posterior sanção do Presidente da República, mas preferimos regar a árvore, nascida da semente plantada num canteiro de exceção do arbítrio. Hoje olhamos dentro para constatar o obvio: o cupim deu conta dela.

Complementando o assunto, acima um vídeo do programa Rede Mídia sobre a obrigatoriedade do diploma. O objetivo do programa Rede Mídia é ser um fórum de debates sobre todas as nuances e formatos da comunicação. O programa é semanal, com duração de 30 minutos, ancorado pelo jornalista José Eduardo Gonçalves, e com a participação de convidados a cada edição. Boa semana, Oniodi.

10
Mar
09

Tempos Modernos

E como é simples a qualquer momento, em qualquer lugar que haja um conglomerado habitacional, sacar do bolso o celular e avisar o namorado(a) que vai se atrasar, ou à mãe que não vai para o jantar, ou para o trabalho que vai se atrasar. O simples toque de botões e o levar do objeto ao ouvido nos proporciona facilidades no dia a dia, tempos modernos. E quem imagina que para hoje termos um celular no bolso foi preciso que no século 18 Alexander Graham Bell inventasse o telefone. No dia 10 de março de 1876 Graham Bell fez a primeira chamada telefônica dizendo: “Senhor Watson, venha aqui, eu quero vê-lo”. Enquanto escrevo várias vezes o telefone tocou, nenhuma ligação era para mim, mas fazer o que. Graham Bell não tinha muitos números para discar naquele século, igualmente eu.

Nesta semana no ALT já estamos trabalhando com as pautas para domingo. O vídeo acima é uma indicação do Jeff, Dynamo. Vale a pena conferir. Boa semana a todos. Oniodi.

04
Mar
09

cisnes e patos

Salve, blogueiros de plantão.

Chagamos ao meio da semana, quando o desespero começa a aparecer em nossas faces. Quando não uma pauta que não rende outra que cai. E lá se vai mais um repórter em busca de material que seja digno de estampar uma página, mas não somente isso, que desperte interesse no leitor. E nessa busca cotidiana de cavar pautas diferentes nos deparamos com intempéries pra lá de catastróficas. Como de costume sempre adiantava hoje o que estaríamos preparando para o domingo. A única coisa que posso adiantar é que teremos uma matéria especial sobre o aniversário da quase anciã boneca Barbie. O resto ainda é muito incerto. Nas edições anteriores o PDF do ALT de domingo, para quem não adquiriu nas bancas vale a pena conferir.

Em 1877 estreava no Teatro Bolshoi, em Moscou, o balé O lago dos cisnes, composto por Tchaikovsky. A estreia foi um fracasso, devido à má interpretação dos dançarinos e da orquestra, entretanto é considerado hoje o balé mais popular e mais interpretado por todo o mundo. Acima um vídeo da peça. Boa semana a todos, Oniodi.

03
Mar
09

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Boa-tarde ALTianos.

Boas novas aqui no blogue. Para acompanhar as mudanças gráficas que ocorreram no ALT o blogue também recebeu alguns retoques. Além da mudança no cabeçalho do blogue, agora para visualizar as tirinhas clique nelas e será direcionado para uma nova janela. O Jeff aproveitou e publicou diversas que estavam atrasadas e na seção de edições anteriores todas estão atualizadas, com exceção da última que entra na rede amanhã. Aproveito para agradecer aqui a todos que já visitaram nossa exposição no Cascavel JL Shopping e convidar a quem ainda não passou lá para visitar o mais breve possível. Nesta semana já estamos agilizando as matérias para a edição de domingo. Na indicação do vídeo uma animação de Camila Carrossini, Maria Flor, que foi selecionado para diversos festivais nacionais como o Anima Mundi. Boa semana a todos, Oniodi.

23
Fev
09

julgue pela capa

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A primeira impressão é a que fica, já diria o velho ditado. Julgar pela cara não é incomum a ninguém. Para condimentar a expressão artística e cultural de Cascavel e comemorar o primeiro ano do Gazeta ALT, nós da equipe do caderno preparamos uma exposição com 30 das 53 capas publicadas. A exposição “Julgue pela capa” está aberta ao público no Cascavel JL desde esta segunda-feira.

No conteúdo da exposição estão 30 capas, elaboradas pelo ilustrador e diagramador do caderno, Jeferson Richetti. A seleção foi feita de acordo com a repercussão e a resposta advinda dos leitores. “Recebemos uma resposta muito positiva do público com relação a nossas capas. Selecionamos as 30 mais comentadas e esperamos que agrade a quem visitar”, disse nosso querido chefe e editor, Anderson. Esperamos que todos os leitores de Cascavel possam visitar a exposição e julgar pela capa. Mesmo se precipitando, o que vale é a primeira impressão.

Não deixem de conferir: a partir de hoje, às 19h, em frente à praça de alimentação do Cascavel JL Shopping. Abraços, Oniodi.

13
Fev
09

sorte e azar

Sexta-feira sempre é um dia que a discórdia, terror, medo e outras paixões invadem a nossa redação aqui no Gazeta ALT. Coisa de desleixados, ou melhor, aficionados pelo dadline. Hoje é uma sexta-feira diferente em dois aspectos: não estamos com o prazo estourado, entretanto, esta é uma sexta-feira 13. Sorte ou azar, fico com o poder de escolher entre a capacidade de impedir o desespero e a falta de crendice que assola mentes perturbadas com lendas e outros mitos. Para a edição fechada no dia do azar preparamos nas páginas centrais um texto assinado pelo mestrando em literatura da UEM e professor da Unipan, Sandro Adriano da Silva: O diabo na rua no meio do redemoinho, tratando do paralelo do universo da obra de Guimarães Rosa e João Gilberto Noll. Na página oito Julliane preparou uma matéria sobre sonambulismo. Além destes dois textos muito mais pode ser encontrado domingo no ALT. E se preparem, para o dia 22 deste mês a nossa edição de aniversário, além de uma exposição no Cascavel JL Shopping com as 30 (ou menos) melhores capas do ALT (segunda nossa avaliação). Esperem, muitas surpresas pela frente. Bom fim de semana e abraços do Oniodi.

No vídeo de hoje a música “Sorte e azar” da banda mineira Pato Fu. Boa pedida para uma sexta-feira 13.

10
Fev
09

lá e de volta outra vez

Loucura, loucura. Após 30 dias longe do nosso quartel general regressamos com todo o gás (ou não) para a nova empreitada de 2009. Para os leitores que sentiram falta da atualização deste espaço prometo trazer regularidade aos textos, diferente do que houve em dezembro devido a assuntos de força maior (quando criança ficava imaginando o que significava essa expressão). Cada um de nós voltou com histórias diferentes dos mais diversos cantos que nos escondemos neste período de recesso. Detalhe: só o chefinho-editor foi à praia. Para reforçar nossos planos, neste mês nosso estimado e amado caderno completará um ano. Para a edição de aniversário (Uhul!) já estamos preparando ainda mais conteúdo para nossos estimados leitores, podendo o número de páginas dobrar para esta edição especial. Para o próximo domingo a edição já está quase pronta, ¾ do caminho já andado. Na página oito a matéria será assinada pela Julliane a tratará de sonambulismo e problemas ligados ao sono. Nas páginas centrais o professor e mestrando Sandro Adriano da Silva assina o texto O diabo na rua no meio do moinho tratando do paralelo entre o cenário da obra de Guimarães Rosa e João Gilberto Noll. No Disco Compacto, Anderson e Silvio Demétrio discutem o novo disco da banda australiana AC/DC: Black Ice. Além destes textos que citei os já conhecidos espaços do Mundo Sebo e Emblogado. Desejamos a todos uma boa semana e não deixem de ler o ALT, domingo nas bancas. Abraços, Oniodi.

31
Dez
08

Boas festas

Não que seja despedida, não mesmo. É apenas aquela sensação de deixar o passado arquivado. O ano terminou e o ALT continua aqui, firme e forte. Depois da primeira edição do dia 24 de fevereiro já se passou quase um ano. Este ano já findou e pela frente nos espera mais um ano de aventuras e desafios. Sinceramente: eu ainda quero ficar em 2009, mas como não é possível vou junto com a massa. O tempo é um rato que passa pela sala; quando nos damos conta ele já passou.

O período que temos para fazer tudo o que queremos e desejamos é muito curto. Quando não o tempo que nos poda, o espaço limitado que também impede que possamos expandir. Mas para tudo o que não pudemos escrever ou mostrar terá 2009 como salvaguarda. Pautas, sugestões, idéias que chegaram até nós e não pudemos colocar em prática, tentaremos ajustar para o próximo calendário.

Hoje, no ALT, mesmo em clima de fim de ano, continuamos a tentar colocar as pautas em dia. O ALT de domingo já está na seção de Edições anteriores e a tirinha já está postada abaixo. Para todos os nossos leitores, colaboradores, influenciadores, e todas as pessoas de forma direta ou indireta contribuíram para o ALT, nosso muito obrigado e o desejo de um 2009 próspero. São nossos desejos: Equipe ALT, Anderson, Jéferson, Julliane e Oniodi. Feliz 2009.

26
Dez
08

Então era natal

Boa-tarde caros leitores do ALT e assíduos visitantes do nosso blogue. Ontem era Natal e por aqui, em nossa redação, nada aconteceu; mantivemos-nos em casa com nossas famílias e à tarde aproveitamos para colocar os assuntos em dia, já que não nos veríamos aqui no ALT. A próxima edição está em processo de produção, ainda. No domingo vocês poderão conferir nas páginas do ALT os seguintes assuntos: na página três, excepcionalmente desta vez, não teremos crítica literária e sim a colaboração de Marcelo Garcia com o conto “De Morfeu a outros hipnos”. Nas páginas centrais uma matéria sobre picolés e outra sobre o documentário “La hora de los hornos”. Na página oito um artigo sobre a obra de Shakespeare, além dos espaços já conhecidos nas páginas dois e seis.

Hoje faz 31 anos que a lei que legalizou o divórcio no Brasil foi promulgada. Em 2007 uma nova lei facilitou a dissolução da união civil, não sendo mais necessário ingressar na justiça para cancelar o casamento, salvo casos em que há filhos menores ou incapazes. Os países onde mais ocorrem pedidos de rompimento do matrimônio são: Estados Unidos, Dinamarca e Bélgica, com índices entre 55% e 65%. Em contraponto, os países com menos incidência de separação são países extremamente católicos como Irlanda e Itália com números abaixo de 10%. Em média, nos tempos de hoje, um casamento dura dez anos, sendo que em 70% dos casos quem pede o divórcio é a mulher. Em dados de 2008, o divórcio no Brasil cresceu 200% em 23 anos, ou um divórcio a cada quatro casamentos. Acima, um vídeo bem-humorado sobre alguns motivos que levam ao fim do casamento. Abraços, Oniodi.




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  • Passamos o dia do meio, e vivos, maltrapilhos, mas ainda vivos... o que nos espera no dia antes de amanhã? 4 months ago

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